{"id":1424,"date":"2019-11-03T15:02:41","date_gmt":"2019-11-03T18:02:41","guid":{"rendered":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/?p=1424"},"modified":"2019-11-03T16:28:20","modified_gmt":"2019-11-03T19:28:20","slug":"taioba","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/taioba\/","title":{"rendered":"Taioba"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"attachment_1430\" style=\"width: 630px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1430\" src=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/11\/Taioba1.jpg\" alt=\"\" width=\"620\" height=\"350\" class=\"size-full wp-image-1430\" srcset=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/11\/Taioba1.jpg 620w, http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/11\/Taioba1-300x169.jpg 300w, http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/11\/Taioba1-500x282.jpg 500w\" sizes=\"auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px\" \/><p id=\"caption-attachment-1430\" class=\"wp-caption-text\"><em>Xanthosoma sagittifolium<\/em><\/p><\/div><\/p>\n<p><strong>Nome Cient\u00edfico<\/strong>: <em>Xanthosoma sagittifolium<\/em> (L.) Schott<br \/>\n<strong>Nomes Populares<\/strong>: Taioba, Orelha-de-efefante, Macabo, Mangar\u00e1s, Mangar\u00e1-mirim, Mangareto, Mangarito, Yautia, Tai\u00e1<br \/>\n<em>Outros idiomas<\/em>: New cocoyam, eddo, coco, sato-imo, japanese potatoes (em ingl\u00eas); taro, bore, tannia, tiquisque, malanga blanca, yautia (em espanhol);<br \/>\n<strong>Fam\u00edlia<\/strong>: Araceae<br \/>\nA taioba vem sendo redescoberta pelos brasileiros e \u00e9 cultivada em quase todo o territ\u00f3rio brasileiro. Diversos estudos t\u00eam sugerido que a ingest\u00e3o frequente de vegetais reduz o risco de doen\u00e7as cr\u00f4nicas n\u00e3o transmiss\u00edveis em fun\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a de compostos como a fibra alimentar (FA) e demais subst\u00e2ncias bioativas associadas, os quais produzem efeitos positivos sobre a sa\u00fade humana. A FA inclui polissacar\u00eddeos n\u00e3o amil\u00e1ceos, oligossacar\u00eddeos resistentes \u00e0 digest\u00e3o e lignina. Essas subst\u00e2ncias podem passar inalteradas pelo trato gastrintestinal ou serem fermentadas pela microbiota col\u00f4nica, resultando em efeitos fisiol\u00f3gicos ben\u00e9ficos.<br \/>\nA taioba (<em>Xanthosoma sagittifolium<\/em>) \u00e9 uma ar\u00e1cea comest\u00edvel origin\u00e1ria da Am\u00e9rica tropical e possui consider\u00e1vel valor nutritivo. A por\u00e7\u00e3o tuberosa \u00e9 consumida por diversas popula\u00e7\u00f5es em todo mundo, no entanto, o consumo de suas folhas \u00e9 menos difundido. A cultura e a utiliza\u00e7\u00e3o s\u00e3o muito semelhantes \u00e0s do taro e inhame. Por sua riqueza em amido, a taioba poder\u00e1 ser futuramente uma excelente fonte de amido para a produ\u00e7\u00e3o de biopl\u00e1stico. Distingue-se de variedades selvagens pela incis\u00e3o natural das folhas at\u00e9 o pec\u00edolo e pela colora\u00e7\u00e3o verde do ponto de inser\u00e7\u00e3o dos pec\u00edolos nas folhas. Na d\u00favida, n\u00e3o coma. Pergunte a quem conhece.<br \/>\n<strong>Sinon\u00edmia<\/strong>: <em>Alocasia talihan<\/em> Elmer ex Merr.; <em>Arum sagittaefolium<\/em> hort. ex Steud.; <em>Arum sagittifolium<\/em> L.; <em>Arum sagittifolium<\/em> (Michx.) Pursh; <em>Arum xanthorrhizon<\/em> Jacq.; <em>Caladium edule<\/em> G.Mey.; <em>Caladium mafaffa<\/em> Engl.; <em>Caladium sagittifolium<\/em> (L.) Vent.; <em>Caladium sagittifolium<\/em> (Michx.) Nutt.; <em>Caladium utile<\/em> Engl.; <em>Caladium xanthorrhizon<\/em> (Jacq.) Willd.; <em>Xanthosoma appendiculatum<\/em> Schott; <em>Xanthosoma atrovirens<\/em> K.Koch &#038; C.D.Bouch\u00e9; <em>Xanthosoma atrovirens<\/em> Fournet; <em>Xanthosoma atrovirens<\/em> var. appendiculatum (Schott) Engl. ; <em>Xanthosoma atrovirens<\/em> var. hybridum K.Koch; <em>Xanthosoma atrovirens<\/em> var. kochii Engl.; <em>Xanthosoma atrovirens<\/em> var. moritzii Engl.; <em>Xanthosoma atrovirens<\/em> var. panduriforme Engl.; <em>Xanthosoma atrovirens<\/em> var. versicolor K.Koch; <em>Xanthosoma blandum<\/em> Schott; <em>Xanthosoma edule<\/em> (G.Mey.) Schott; <em>Xanthosoma ianthinum<\/em> K.Koch &#038; C.D.Bouch\u00e9; <em>Xanthosoma jacquinii<\/em> Schott; <em>Xanthosoma mafaffa<\/em> Schott; <em>Xanthosoma mafaffa<\/em> var. blandum (Schott) Engl.; <em>Xanthosoma nigrum<\/em> Stellfeld; <em>Xanthosoma nigrum<\/em> Mansf.; <em>Xanthosoma peregrinum<\/em> Griseb.; <em>Xanthosoma poeppigii<\/em> var. mafaffa (Schott) J.F.Macbr.; <em>Xanthosoma roseum<\/em> Schott; <em>Xanthosoma utile<\/em> K.Koch &#038; C.D.Bouch\u00e9; <em>Xanthosoma violaceum<\/em> Schott; <em>Xanthosoma xantharrhizon<\/em> (Jacq.) K.Koch;<br \/>\n<strong>Caracter\u00edsticas<\/strong>: Herb\u00e1cea, tropical, perene, rizomatosa. Possui como caracter\u00edsticas grandes folhas cordiformes encontradas em tons de verde e roxo escuro, com enormes limbos cerosos e carnosos, e com nervuras marcantes. As Araceae s\u00e3o ervas terrestres, ep\u00edfitas, hemiep\u00edfitas, plantas aqu\u00e1ticas (macr\u00f3fitas aqu\u00e1ticas, sensu Cook, 1996) flutuantes livres ou submersas fixas, com caules trepadores (lianas), arborescentes ou eretos, reptantes ou ainda, subterr\u00e2neos. As folhas s\u00e3o alternas, simples a compostas, com pec\u00edolos consp\u00edcuos, bainhas \u00e0s vezes geniculadas no \u00e1pice, l\u00e2mina inteira ou fenestrada, ovada, cordada, sagitada, hastada, tr\u00edfida ou trissecta, pedat\u00edfida, pinat\u00edfida, pedatissecta a draconti\u00f3ide. Infloresc\u00eancias terminais, br\u00e1ctea (espata) e esp\u00e1dice com flores bissexuais ou unissexuais; gineceu sinc\u00e1rpico, uni a multilocular; fruto baga, sementes com tamanhos variados (Mayo, 1999).<br \/>\n<strong>Porte<\/strong>: Pode atingir at\u00e9 dois metros de altura.<br \/>\n<strong>Folhas<\/strong>: As folhas de taiobas s\u00e3o verdes uniformemente, incluindo os talos (pec\u00edolos) e nervuras. E s\u00e3o muito macias. Quando cozidas, tornam-se quase cremosas. Cordiformes, tem os dois lobos do cora\u00e7\u00e3o se encontrando exatamente na jun\u00e7\u00e3o do pec\u00edolo. J\u00e1 o encontro destes dois lobos, na taioba-brava, se d\u00e1 antes da inser\u00e7\u00e3o do talo, que tem colora\u00e7\u00e3o arroxeada. O talo da folha da taioba (<em>Xanthosoma sagittifolium<\/em>) possui pru\u00edna, uma fina pel\u00edcula esbranqui\u00e7ada cobrindo que impermeabiliza<sup>1<\/sup><\/strong>.<br \/>\n<div id=\"attachment_1431\" style=\"width: 460px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1431\" src=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/11\/Taioba2.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"600\" class=\"size-full wp-image-1431\" srcset=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/11\/Taioba2.jpg 450w, http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/11\/Taioba2-225x300.jpg 225w\" sizes=\"auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><p id=\"caption-attachment-1431\" class=\"wp-caption-text\"><em>Xanthosoma sagittifolium<\/em><\/p><\/div><\/p>\n<hr \/>\n<p>Ela tamb\u00e9m \u00e9 conhecida como: orelha-de-elefante, macabo, mangar\u00e1s, mangar\u00e1-mirim, mangareto, mangarito, tai\u00e1 e yutia. Seu nome cient\u00edfico \u00e9 <em>Xantosoma sagittifolium<\/em> e ela pertence \u00e0 fam\u00edlia das Ar\u00e1ceas, sendo facilmente cultivada em regi\u00f5es de clima quente e \u00famido. Uma informa\u00e7\u00e3o cuidadosa sobre essa planta \u00e9 que nem toda esp\u00e9cie dela encontrada \u00e9 comest\u00edvel. A taioba-brava, cujo nome cient\u00edfico \u00e9 <em>Colocasia antiquorum<\/em> schott, n\u00e3o \u00e9 indicada para o consumo humano pois possui oxalato de c\u00e1lcio, uma subst\u00e2ncia que pode causar asfixia, ardor na garganta e na boca. Por isso, recomenda-se apenas o consumo da taioba-mansa fervida em \u00e1gua.<br \/>\n<strong>Como identificar a taioba?<\/strong><br \/>\nJustamente por causa desse risco em comer a taioba-brava no lugar da taioba-mansa, \u00e9 muito importante saber identific\u00e1-la, at\u00e9 mesmo com rela\u00e7\u00e3o a outras plantas da mesma esp\u00e9cie. Botanicamente falando, as plantas comest\u00edveis possuem sobre o talo uma esp\u00e9cie de p\u00f3, chamado pru\u00edna. Se os talos da planta possu\u00edrem essa ceragem com aspecto de um talco, significa que s\u00e3o pr\u00f3prias para o consumo, bastando apenas ferver um pouco na \u00e1gua para remover essa camada de p\u00f3.<br \/>\nAs folhas da taioba s\u00e3o uniformemente verdes, bem como seus talos, tamb\u00e9m chamados de pec\u00edolos. Possuem nervuras bem marcantes, s\u00e3o bem macias e ficam cremosas quando cozidas. Uma caracter\u00edstica importante que difere a taioba-brava da taioba-mansa \u00e9 que as folhas das duas possuem formato triangular (cora\u00e7\u00e3o), por\u00e9m na taioba-mansa a jun\u00e7\u00e3o das duas partes se d\u00e1 no encontro com o talo, enquanto que na taioba-brava esse encontro ocorre antes da inser\u00e7\u00e3o do talo, o qual tem colora\u00e7\u00e3o arroxeada. Segundo o pesquisador Nuno Rodrigo Madeira, agr\u00f4nomo da Embrapa, as dicas para distinguir a taioba que \u00e9 pr\u00f3pria para o consumo s\u00e3o:<br \/>\n&#8220;O primeiro passo \u00e9 ter um hist\u00f3rico de proced\u00eancia da planta ou da muda. Em seguida devem-se observar as seguintes caracter\u00edsticas: se houver um ponto roxo onde o pec\u00edolo encontra a folha, a tend\u00eancia \u00e9 ser selvagem; quando houver uma nervura perimetral, dando volta completa na borda da folha, geralmente \u00e9 comest\u00edvel; quando o &#8220;v&#8221; da forma de cora\u00e7\u00e3o, que consideramos como a reentr\u00e2ncia da folha, atingir o pec\u00edolo, em 90% dos casos \u00e9 comest\u00edvel.&#8221;<br \/>\nO porte dessas plantas pode atingir at\u00e9 dois metros de altura. Sua cultura e utiliza\u00e7\u00e3o \u00e9 muito semelhante \u00e0s do taro e do inhame.<br \/>\nAl\u00e9m da quantidade abundante de vitamina A, a taioba possui muitos outros benef\u00edcios para a sa\u00fade e para o meio ambiente, como por exemplo o amido, que al\u00e9m de ser muito utilizado na culin\u00e1ria, pode ser tamb\u00e9m uma importante fonte de estudo para a produ\u00e7\u00e3o de biopl\u00e1stico.<br \/>\n<strong>Benef\u00edcios da taioba<\/strong>: Reduz o risco de doen\u00e7as cr\u00f4nicas &#8211; A ingest\u00e3o de vegetais em nossa alimenta\u00e7\u00e3o di\u00e1ria reduz o risco de doen\u00e7as cr\u00f4nicas n\u00e3o transmiss\u00edveis devido \u00e0 presen\u00e7a de fibras alimentares e compostos bioativos que fortalecem a nossa imunidade, nos tornando mais resistentes a determinadas doen\u00e7as. Rica em vitaminas e minerais &#8211; Quanto ao valor nutricional, a taioba \u00e9 dotada de vitaminas A, B e C, bem como ferro, c\u00e1lcio e pot\u00e1ssio, que em conjunto s\u00e3o verdadeiros aliados no combate de muitos problemas de sa\u00fade.<br \/>\nDentre os principais benef\u00edcios que a taioba pode nos fornecer, desde que tenhamos uma vida equilibrada e regrada, \u00e9 claro, podemos destacar: Fortalece o sistema imunol\u00f3gico devido \u00e0 presen\u00e7a da vitamina C que fortalece as defesas do corpo, protegendo-o contra doen\u00e7as.<br \/>\nCombate a anemia pois cont\u00e9m ferro que \u00e9 extremamente necess\u00e1rio para combater esse problema. Pessoas que s\u00e3o diagnosticadas com anemia geralmente recebem orienta\u00e7\u00f5es de consumir mais feij\u00e3o e beterraba, por exemplo, mas al\u00e9m disso, incluir o consumo de suco verde feito com folhas de taioba todas as manh\u00e3s, poder\u00e1 potencializar o tratamento e ser bastante eficaz nesse controle.<br \/>\nCombate o envelhecimento precoce devido \u00e0 presen\u00e7a da vitamina A e caroten\u00f3ides que atuam tamb\u00e9m na sa\u00fade da pele com a produ\u00e7\u00e3o de col\u00e1geno.<br \/>\nPrevine c\u00e2imbras que s\u00e3o causadas pela baixa de pot\u00e1ssio no organismo e, como a taioba possui pot\u00e1ssio em sua composi\u00e7\u00e3o, as c\u00e2imbras s\u00e3o minimizadas com o seu consumo.<br \/>\nControle da press\u00e3o arterial feito tamb\u00e9m pelo pot\u00e1ssio que ir\u00e1 reverter o papel do s\u00f3dio em desequil\u00edbrio no organismo. O pot\u00e1ssio tem propriedades vasodilatadoras que funcionam para aliviar a tens\u00e3o dos vasos sangu\u00edneos, controlando a press\u00e3o arterial.<br \/>\nAntioxidante natural devido \u00e0 vitamina A e caroten\u00f3ides que ajudam a combater os radicais livres do corpo, prevenindo contra doen\u00e7as cr\u00f4nicas e degenerativas.<br \/>\nSa\u00fade dos ossos pois tamb\u00e9m \u00e9 uma excelente fonte de f\u00f3sforo e c\u00e1lcio, minerais essenciais na manuten\u00e7\u00e3o dos ossos, fortalecendo-os e ajudando a prevenir fraturas e les\u00f5es.<br \/>\nPrevine osteoporose pelo mesmo motivo do item anterior, sendo mais importante ainda seu consumo pelos idosos que sofrem mais com esse problema devido \u00e0 perda de c\u00e1lcio no decorrer da vida.<br \/>\nSa\u00fade dos olhos garantida pela riqueza de vitamina A presente na taioba, prevenindo problemas como cegueira noturna, catarata e at\u00e9 mesmo dores de cabe\u00e7a devido \u00e0 problemas na vis\u00e3o.<br \/>\nPrevine a pris\u00e3o de ventre devido \u00e0 grande quantidade de fibras que ajudam na digest\u00e3o e no transporte do alimento pelo intestino, facilitando tamb\u00e9m a evacua\u00e7\u00e3o.<br \/>\nEsses e outros benef\u00edcios podem ser comprovados por um estudo muito aprofundado sobre a taioba, cujo objetivo principal \u00e9 contribuir para a melhoria nutricional das popula\u00e7\u00f5es de regi\u00f5es de clima excessivamente \u00famido para o plantio de verduras folhosas cl\u00e1ssicas, com o intuito at\u00e9 de erradicar a fome de algumas regi\u00f5es do pa\u00eds.<br \/>\nSe afirma que os efeitos da planta podem prevenir o c\u00e2ncer de intestino devido \u00e0 quantidade elevada de fibras e fitoqu\u00edmicos que ela possui. Sabe-se que a fibra alimentar presente na taioba e em outros vegetais, por n\u00e3o ser digerida pelas enzimas intestinais dos humanos, pode alcan\u00e7ar o intestino grosso quase intacta ou sofrer algum grau de fermenta\u00e7\u00e3o pela microbiota intestinal.<br \/>\nCom isso chegou-se \u00e0 conclus\u00e3o de que o consumo de folhas de taioba tamb\u00e9m s\u00e3o ben\u00e9ficas para a diminui\u00e7\u00e3o da glicemia e do colesterol, bem como da modula\u00e7\u00e3o da microbiota intestinal e da motilidade intestinal, o que leva a associar tamb\u00e9m \u00e0 preven\u00e7\u00e3o de c\u00e2ncer de c\u00f3lon, doen\u00e7as inflamat\u00f3rias intestinais e at\u00e9 mesmo obesidade.<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/11\/Taioba3.jpg\" alt=\"\" width=\"480\" height=\"360\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1432\" srcset=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/11\/Taioba3.jpg 480w, http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/11\/Taioba3-300x225.jpg 300w, http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/11\/Taioba3-400x300.jpg 400w\" sizes=\"auto, (max-width: 480px) 100vw, 480px\" \/><br \/>\n<strong>Como fazer taioba?<\/strong>: Geralmente a taioba \u00e9 consumida cozida ou refogada e o processo \u00e9 semelhante ao preparo da couve, onde as folhas s\u00e3o lavadas, escorridas e picadas ou cortadas grosseiramente. Ap\u00f3s esse processo, sugere-se o refogamento das folhas com alho, um pouco de \u00f3leo e azeite e demais ingredientes que achar necess\u00e1rio.<br \/>\nNesse v\u00eddeo s\u00e3o utilizados apenas tr\u00eas ingredientes, al\u00e9m das folhas de taioba e do \u00f3leo:<br \/>\n2 dentes de alho amassados<br \/>\nCebolinha picada<br \/>\nSal a gosto<br \/>\nAcompanhem a receita no v\u00eddeo e incrementem se acharem necess\u00e1rio. Usem a criatividade!<sup>2<\/sup><\/strong>.<br \/>\n<figure class=\"wp-block-embed wp-block-embed-youtube is-type-video is-provider-youtube epyt-figure\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\"><iframe loading=\"lazy\"  id=\"_ytid_38298\"  width=\"584\" height=\"329\"  data-origwidth=\"584\" data-origheight=\"329\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/SfM5e1cdlmw?enablejsapi=1&autoplay=0&cc_load_policy=0&cc_lang_pref=&iv_load_policy=1&loop=0&rel=1&fs=1&playsinline=0&autohide=2&theme=dark&color=red&controls=1&disablekb=0&\" class=\"__youtube_prefs__  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div><\/figure><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>EXEMPLAR PLANTADO NO C\u00d3RREGO<\/strong>:<br \/>\nFoto em <\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Fontes<\/strong>:<br \/>\n<strong><sup>1<\/sup><\/strong>https:\/\/www.tudosobreplantas.com.br\/<br \/>\n<strong><sup>2<\/sup><\/strong>https:\/\/www.greenme.com.br\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nome Cient\u00edfico: Xanthosoma sagittifolium (L.) 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