{"id":1727,"date":"2020-01-25T11:33:44","date_gmt":"2020-01-25T14:33:44","guid":{"rendered":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/?p=1727"},"modified":"2020-02-02T15:46:59","modified_gmt":"2020-02-02T18:46:59","slug":"aroeira-preta","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/aroeira-preta\/","title":{"rendered":"Aroeira-preta"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align:justify\">\n<div id=\"attachment_1732\" style=\"width: 1210px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1732\" src=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2020\/01\/Aroeira-preta.jpg\" alt=\"\" width=\"1200\" height=\"900\" class=\"size-full wp-image-1732\" srcset=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2020\/01\/Aroeira-preta.jpg 1200w, http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2020\/01\/Aroeira-preta-300x225.jpg 300w, http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2020\/01\/Aroeira-preta-1024x768.jpg 1024w, http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2020\/01\/Aroeira-preta-768x576.jpg 768w, http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2020\/01\/Aroeira-preta-400x300.jpg 400w\" sizes=\"auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" \/><p id=\"caption-attachment-1732\" class=\"wp-caption-text\"><em>Myracrodruon urundeuva<\/em><\/p><\/div><br \/>\n<strong>Nome popular<\/strong>:\tAroeira-preta<br \/>\n<strong>Nome cient\u00edfico<\/strong>:\t<em>Myracrodruon urundeuva<\/em><br \/>\n<strong>Exig\u00eancia por fertilidade<\/strong>:\talta<br \/>\n<strong>Ciclo de vida<\/strong>:\tperene<br \/>\n<strong>Estrato<\/strong>:\talto<br \/>\n<strong>Boa produtora de biomassa<\/strong>:\tn\u00e3o<br \/>\n<strong>Alimento humano<\/strong>:\tn\u00e3o<br \/>\n<strong>Atra\u00e7\u00e3o de fauna e polinizadores<\/strong>:\tsim<br \/>\n<strong>Forrageira<\/strong>:\tn\u00e3o<br \/>\n<strong>Potencial madeireiro<\/strong>:\tsim<br \/>\n<strong>Potencial Medicinal<\/strong>:\tsim<br \/>\n<strong>Potencial de renda e mercado<\/strong>:\tsim<br \/>\n<strong>Ocorr\u00eancia predominante\/ bioma indicado<\/strong>:\tCerrado\/Caatinga<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Nomes populares<\/strong>: Aroeira, Aroeira-do-Sert\u00e3o (CE), Aroeira-do-Campo, Aroeira-da-Serra, Urinde\u00fava, Arinde\u00fava, Arendi\u00fava e Aroeira-Preta<\/p>\n<hr \/>\n<p>A urunde\u00fava (<em>Myracrodruon urundeuva<\/em>, classificada anteriormente como<em> Astronium juglandifolium<\/em> e <em>Astronium urundeuva<\/em>) \u00e9 tamb\u00e9m conhecida como aroeira, aroeira-preta, aroeira-do-sert\u00e3o, uriunduba, aroeira-do-campo e aroeira-da-serra. A partir do ano de 2019 a esp\u00e9cie saiu da lista vermelha de esp\u00e9cies amea\u00e7adas da Uni\u00e3o Internacional para a Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza e dos Recursos Naturais a qual \u00e9 citada como <em>Astronium urundeuva<\/em>. No estado de S\u00e3o Paulo, no Brasil, ocorre em ec\u00f3tonos com vegeta\u00e7\u00e3o de cerrado na floresta estacional semidecidual do noroeste e na decidual de transi\u00e7\u00e3o, estando na lista oficial das esp\u00e9cies amea\u00e7adas naquele estado, na categoria VU (vulner\u00e1vel). Suas flores s\u00e3o insignificantes, se reunindo em grandes infloresc\u00eancias. Seu fruto \u00e9 uma pequena noz, encimada por um c\u00e1lice que se parece com um paraquedas.<\/p>\n<p>\u00c9 nativa da caatinga e do cerrado, desde o estado do Cear\u00e1 at\u00e9 o estado do Paran\u00e1, no Brasil. Encontrada tamb\u00e9m na Argentina, Paraguai e Bol\u00edvia. Embora os dados sejam insuficientes, a urunde\u00fava \u00e9 superexplorada devido a sua madeira resistente e agrupamentos dessa \u00e1rvore, que antigamente era dominante na caatinga, est\u00e3o desaparecendo. A madeira da urunde\u00fava cont\u00e9m tanino, \u00e9 pardo-avermelhada, dura e imputresc\u00edvel, pr\u00f3pria para ser usada em obras externas[4], como dormentes de linhas f\u00e9rreas, postes e na constru\u00e7\u00e3o civil.<strong><sup>1<\/sup><\/strong>.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Aroeira \u00e9 excelente para nossas cal\u00e7adas , porque realmente \u00e9 uma bela \u00e1rvore. \u00c9 um espetac\u00falo quando est\u00e1 com seus frutos, boa op\u00e7\u00e3o para o paisagismo urbano.<br \/>\n<strong>Nome popular<\/strong>: Aroeira preta<br \/>\n<strong>Nome cient\u00edfico<\/strong>: <em>Myracrodruon urundeuva<\/em><br \/>\n<strong>Fam\u00edlia<\/strong>: Anacardiaceae<br \/>\n<strong>Origem<\/strong>: Desde o Cear\u00e1 (caatinga) at\u00e9 o Paran\u00e1 e Mato Grosso do Sul. \u00c9 mais frequente no Nordeste do pa\u00eds, oeste dos estados da Bahia, Minas Gerais, S\u00e3o Paulo e sul dos estados de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goi\u00e1s.<br \/>\n<strong>Ciclo de vida<\/strong>: Perene<br \/>\n<strong>Folha<\/strong>: Folhagem \u00e9 fortemente dec\u00eddua na esta\u00e7\u00e3o seca, quando a planta encontra-se em flora\u00e7\u00e3o e frutifica\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<strong>Crescimento da planta<\/strong>: O porte da aroeira varia conforme a regi\u00e3o de sua ocorr\u00eancia (LORENZI, 1992; ANDRADE et al., 2000), podendo atingir 30 m de altura (RIZZINI, 1971). A esp\u00e9cie apresenta crescimento lento a moderado, atingindo produtividade m\u00e1xima de at\u00e9 5,50 m3\/ha.ano. Estima-se uma rota\u00e7\u00e3o de 20 anos para obten\u00e7\u00e3o de mour\u00f5es<br \/>\n<strong>Frutos<\/strong>: a matura\u00e7\u00e3o dos frutos ocorre de setembro a outubro (LORENZI, 1992; ANDRADE et al., 2000). Seus frutos s\u00e3o do tipo drupa globosa ou ov\u00f3ide, com c\u00e1lice persistente, considerado um fruto-semente (FIGUEIR\u00d4A et al., 2004). A semente \u00e9 \u00fanica (0,2 a 0,4 cm de di\u00e2metro), globosa, desprovida de endosperma, com epicarpo castanho-escuro, mesocarpo castanho, carnoso, resin\u00edfero, com odor caracter\u00edstico e tegumento membran\u00e1ceo (MEDEIROS, 1996; ALMEIDA et al., 1998).<br \/>\n<strong>Flores<\/strong>: Floresce durante os meses de junho-julho. A flora\u00e7\u00e3o ocorre na esta\u00e7\u00e3o seca. As flores desta esp\u00e9cie s\u00e3o amareladas e n\u00e3o comest\u00edveis. Floresce geralmente com a planta totalmente despida de sua folhagem.<br \/>\n<strong>Clima<\/strong>: Subtropical, Tropical<br \/>\n<strong>Poda<\/strong>: Necess\u00e1rio fazer podas de condu\u00e7\u00e3o de galhos.<br \/>\n<strong>Local<\/strong>: Sol pleno.<strong><sup>2<\/sup><\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>EXEMPLAR PLANTADO NO C\u00d3RREGO<\/strong>:<br \/>\nFoto em <\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Fontes<\/strong><br \/>\n<strong><sup>1<\/sup><\/strong>https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Myracrodruon_urundeuva<br \/>\n<strong><sup>2<\/sup><\/strong>: https:\/\/www.sitiodamata.com.br\/aroeira-preta-myracrodruon-urundeuva<\/p>\n<hr \/>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nome popular: Aroeira-preta Nome cient\u00edfico: Myracrodruon urundeuva Exig\u00eancia por fertilidade: alta Ciclo de vida: perene Estrato: alto Boa produtora de biomassa: n\u00e3o Alimento humano: n\u00e3o Atra\u00e7\u00e3o de fauna e polinizadores: sim Forrageira: n\u00e3o Potencial madeireiro: sim Potencial Medicinal: sim Potencial &hellip; <a href=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/aroeira-preta\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1738,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[53],"tags":[],"class_list":["post-1727","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-arvores"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1727","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1727"}],"version-history":[{"count":7,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1727\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2058,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1727\/revisions\/2058"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1738"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1727"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1727"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1727"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}