{"id":1756,"date":"2020-01-25T15:13:24","date_gmt":"2020-01-25T18:13:24","guid":{"rendered":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/?p=1756"},"modified":"2020-02-02T21:49:38","modified_gmt":"2020-02-03T00:49:38","slug":"bacaba","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/bacaba\/","title":{"rendered":"Bacaba"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align:justify\">\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2020\/01\/bacaba.jpg\" alt=\"\" width=\"194\" height=\"259\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1759\" \/><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Nome popular<\/strong>:\tBacaba<br \/>\n<strong>Nome cient\u00edfico<\/strong>:\t<em>Oenocarpus bacaba<\/em><br \/>\n<strong>Exig\u00eancia por fertilidade<\/strong>:\talta<br \/>\n<strong>Ciclo de vida<\/strong>:\tperene<br \/>\n<strong>Estrato<\/strong>:\talto<br \/>\n<strong>Boa produtora de biomassa<\/strong>:\tSim<br \/>\n<strong>Alimento humano<\/strong>:\tsim<br \/>\n<strong>Atra\u00e7\u00e3o de fauna e polinizadores<\/strong>:\tsim<br \/>\n<strong>Forrageira<\/strong>:\tsim<br \/>\n<strong>Potencial madeireiro<\/strong>:\tn\u00e3o<br \/>\n<strong>Potencial Medicinal<\/strong>:\tsim<br \/>\n<strong>Potencial de renda e mercado<\/strong>:\tsim<br \/>\n<strong>Ocorr\u00eancia predominante\/ bioma indicado<\/strong>:\tCerrado<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Palmeira Bacaba<\/strong><br \/>\n<strong>Familia<\/strong>: Arecaceae<br \/>\n<strong>Nomes Populares<\/strong>: Bacaba, Bacaba-A\u00e7u, Bacab\u00e3o, Bacaba-Verdadeira, Bacaba-do-Azeite e Bacaba-Vermelha.<br \/>\n<strong>Ocorr\u00eancia<\/strong>: Amazonas e Par\u00e1, principalmente ao norte do rio Amazonas, na floresta tropical \u00famida de terra firme abaixo de 700 m de altitude. Tamb\u00e9m na Col\u00f4mbia, Venezuela e Guianas.<br \/>\n<strong>Morfologia<\/strong>: Caule solit\u00e1rio, ereto e colunar, liso, de 7-20m de altura de 15-25 cm de di\u00e2metro. Infloresc\u00eancias infrafoliares, ramificadas ao n\u00edvel de primeira ordem, com ped\u00fanculo de 10-18 cm. Ranquias em n\u00famero de 105-250, finas e p\u00eandulas como um rabo de cavalo, de 80-150 cm de comprimento. Flores unissexuadas de ambos os sexos dispostos na mesma infloresc\u00eancia em tr\u00edades, pares e solit\u00e1rias. Frutos elips\u00f3ides, de 1,3-1,5 cm, roxo-escuros.<br \/>\n<strong>Fenologia<\/strong>: Frutifica abundantemente durante o ver\u00e3o.<br \/>\n<strong>Sinon\u00edmia Bot\u00e2nica<\/strong>: <em>Oenocarpus bacaba<\/em> var. bacaba Wess. Boer,<em> Oenocarpus bacaba<\/em> var. grandis Wess. Boer, <em>Oenocarpus bacaba<\/em> var. xanthocarpa Trail, <em>Oenocarpus baccata<\/em> Cuervo Marquez, <em>Oenocarpus grandis<\/em> Burret e <em>Oenocarpus hoppii<\/em> Burret.<br \/>\n<strong>Informa\u00e7\u00f5es Complementares<\/strong>: Os frutos s\u00e3o muito empregados nas regi\u00f5es de origem para o preparo de uma bebida muito apeciada. A planta possui atributos ornamentais que a recomendam para o paisagismo em regi\u00f5es tropicais.<\/p>\n<hr \/>\n<p>A bacaba, bacaba-a\u00e7u ou bacaba-verdadeira (<em>Oenocarpus bacaba<\/em>) \u00e9 uma palmeira nativa da Amaz\u00f4nia. Distribui-se por toda Bacia Amaz\u00f4nica, com maior freq\u00fc\u00eancia no Amazonas, Par\u00e1, Acre, Tocantins e no sul do Maranh\u00e3o. Possui como habitat a mata virgem alta de terra firme. Tamb\u00e9m se acha na floresta do Pac\u00edfico, no oeste da Col\u00f4mbia. \u00c9 uma palmeira monocaule de porte alto e estipe liso. Pode atingir at\u00e9 20 metros de altura e 20 a 25 cm de di\u00e2metro.<\/p>\n<p>O fruto \u00e9 uma drupa subalongado quando jovem, subglobosa quando adulto podendo atingir at\u00e9 3,0 gramas. A propaga\u00e7\u00e3o \u00e9 feita por sementes que germinam entre 60 e 120 dias, apresentando crescimento lento. \u00c9 arredondada, de casca roxa e polpa branco-amarelada, rica em um \u00f3leo, de cor amarelo-clara, usado na cozinha.<\/p>\n<p>A polpa do fruto \u00e9 utilizada no preparo do &#8220;vinho de bacaba&#8221;. A polpa \u00e9 extra\u00edda do fruto desta palmeira, a qual d\u00e1 frutos em cachos com dezenas de caro\u00e7os. Os cachos pesam normalmente 6 a 8 quilos, podendo ocorrer, no entanto, exemplares com mais de 20 quilos. Para a obten\u00e7\u00e3o da bebida, procede-se da mesma forma que no preparo do a\u00e7a\u00ed. Obt\u00e9m-se, assim, um l\u00edquido de cor parda, servido gelado com a\u00e7\u00facar, farinha de tapioca ou farinha-d&#8217;\u00e1gua. Deliciosa e refrescante, a bacaba \u00e9, no entanto, menos popular que o a\u00e7a\u00ed. \u00c9 muito usada tamb\u00e9m para fazer sorvetes.<\/p>\n<p>As am\u00eandoas e os restos de macerado da polpa s\u00e3o utilizados na alimenta\u00e7\u00e3o de su\u00ednos e aves. As folhas s\u00e3o usadas pela popula\u00e7\u00e3o do interior como cobertura de moradias, enquanto o tronco serve como esteio, viga e cabo de ferramentas.<\/p>\n<p>Existe uma cidade no Maranh\u00e3o chamada Bacabal que recebeu este nome devido \u00e0 grande quantidade dessa fruta existente ali nos prim\u00f3rdios de seu povoamento. A capital amapaense, Macap\u00e1, tamb\u00e9m recebeu influ\u00eancia em seu nome, cuja topon\u00edmia \u00e9 de origem tupi, como uma varia\u00e7\u00e3o de &#8220;macapaba&#8221;, que quer dizer &#8220;lugar de muitas bacabas&#8221;. <strong><sup>1<\/sup><\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p>A bacaba (<em>Oenocarpus bacaba<\/em>) \u00e9 uma \u00e1rvore da fam\u00edlia Arecaceae.<br \/>\n<strong>Caracter\u00edsticas<\/strong>: A bacaba, bacaba-a\u00e7u ou bacaba-verdadeira (<em>Oenocarpus bacaba<\/em>) \u00e9 uma palmeira nativa da Amaz\u00f4nia. Possui como habitat a mata virgem alta de terra firme. Tamb\u00e9m se acha na floresta do Pac\u00edfico, no oeste da Col\u00f4mbia. \u00c9 uma palmeira mono-caule de porte alto e estipe liso. Pode atingir at\u00e9 20 metros de altura e 20 a 25 cent\u00edmetros de di\u00e2metro.<br \/>\nSuas folhas s\u00e3o usadas pela popula\u00e7\u00e3o do interior como cobertura de moradias, enquanto o tronco serve como esteio, viga e cabo de ferramentas.<br \/>\n<strong>Frutifica\u00e7\u00e3o<\/strong>: Dois cachos coloridos, geralmente em tons vermelhos e amarelos, pendem um pouco abaixo das folhas. O fruto \u00e9 uma drupa sub-alongado quando jovem, subglobosa quando adulto podendo atingir at\u00e9 3,0 gramas. \u00c9 arredondada, de casca roxa e polpa branco-amarelada, rica em um \u00f3leo, de cor amarelo-clara.<br \/>\n<strong>Cultivo<\/strong>: A propaga\u00e7\u00e3o da bacaba \u00e9 feita por sementes. Para forma\u00e7\u00e3o das mudas, as sementes ou os frutos s\u00e3o colocados para germinar, ap\u00f3s a colheita, em sementeiras contendo adubo org\u00e2nico e solo areno-argiloso, como substrato. Entre 60 e 120 dias ocorre a emerg\u00eancia da raiz.<br \/>\nAtra\u00e7\u00e3o de fauna: Aves mais atra\u00eddas pela planta Ara\u00e7aris, anamb\u00e9s, psittacideos, dentre outros\u2026<br \/>\n<strong>Ocorr\u00eancia natural<\/strong>: Distribui-se por toda Bacia Amaz\u00f4nica, \u00e9 mais frequente em matas secund\u00e1rias de terra firme e capoeiras, nos estados do Amazonas, Par\u00e1, Acre e Tocantins.<strong><sup>2<\/sup><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>EXEMPLAR PLANTADO NO C\u00d3RREGO<\/strong>:<br \/>\nFoto em <\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Fontes<\/strong><br \/>\n<strong><sup>1<\/sup><\/strong><strong>https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Bacaba<br \/>\n<strong><sup>2<\/sup><\/strong>https:\/\/www.wikiaves.com.br\/wiki\/flora:bacaba_-_oenocarpus_bacaba<\/p>\n<hr \/>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nome popular: Bacaba Nome cient\u00edfico: Oenocarpus bacaba Exig\u00eancia por fertilidade: alta Ciclo de vida: perene Estrato: alto Boa produtora de biomassa: Sim Alimento humano: sim Atra\u00e7\u00e3o de fauna e polinizadores: sim Forrageira: sim Potencial madeireiro: n\u00e3o Potencial Medicinal: sim Potencial &hellip; <a href=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/bacaba\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2070,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[63],"tags":[59],"class_list":["post-1756","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-palmeiras","tag-palmeiras"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1756","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1756"}],"version-history":[{"count":4,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1756\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2069,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1756\/revisions\/2069"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2070"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1756"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1756"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1756"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}