{"id":2211,"date":"2020-02-05T17:55:54","date_gmt":"2020-02-05T20:55:54","guid":{"rendered":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/?p=2211"},"modified":"2020-02-06T18:56:51","modified_gmt":"2020-02-06T21:56:51","slug":"eucalipto","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/eucalipto\/","title":{"rendered":"Eucalipto"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr \/>\n<div id=\"attachment_2265\" style=\"width: 1010px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2265\" src=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2020\/02\/content_image_full_width.jpg\" alt=\"\" width=\"1000\" height=\"666\" class=\"size-full wp-image-2265\" srcset=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2020\/02\/content_image_full_width.jpg 1000w, http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2020\/02\/content_image_full_width-300x200.jpg 300w, http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2020\/02\/content_image_full_width-768x511.jpg 768w, http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2020\/02\/content_image_full_width-450x300.jpg 450w\" sizes=\"auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><p id=\"caption-attachment-2265\" class=\"wp-caption-text\"><em>Eucaliptus<\/em> sp.<\/p><\/div>\n<hr \/>\n<p><strong>Nome popular<\/strong>:\tEucalipto<br \/>\n<strong>Nome cient\u00edfico<\/strong>: <em>Eucaliptus<\/em> sp.<br \/>\n<strong>Exig\u00eancia por fertilidade<\/strong>:\tm\u00e9dia<br \/>\n<strong>Ciclo de vida<\/strong>:\tperene<br \/>\n<strong>Estrato<\/strong>:\temergente<br \/>\n<strong>Boa produtora de biomassa<\/strong>:\tsim<br \/>\n<strong>Alimento humano<\/strong>:\tn\u00e3o<br \/>\n<strong>Atra\u00e7\u00e3o de fauna e polinizadores<\/strong>:\tsim<br \/>\n<strong>Forrageira<\/strong>:\tn\u00e3o<br \/>\n<strong>Potencial madeireiro<\/strong>:\tsim<br \/>\n<strong>Potencial medicinal<\/strong>:\tSim<br \/>\n<strong>Potencial de renda e mercado<\/strong>:\tSim<br \/>\n<strong>Ocorr\u00eancia predominante\/ bioma indicado<\/strong>:\tCerrado<\/p>\n<hr \/>\n<p><em>Eucalyptus<\/em> (do grego, eu + \u03ba\u03b1\u03bb\u03cd\u03c0\u03c4\u03c9 = &#8220;bem coberto&#8221;) \u00e9 um g\u00eanero de plantas com flor da fam\u00edlia Myrtaceae que agrupa as esp\u00e9cies conhecidas pelo nome comum de eucalipto, ainda que o nome se aplique a outros g\u00eaneros de mirt\u00e1ceas, nomeadamente a algumas esp\u00e9cies arb\u00f3reas dos g\u00eaneros <em>Corymbia<\/em> e <em>Angophora<\/em>. S\u00e3o, em termos gerais, \u00e1rvores e, em alguns raros casos, arbustos, nativas da Oceania, onde constituem, de longe o g\u00eanero dominante da flora. O g\u00eanero inclui mais de 700 esp\u00e9cies, quase todas origin\u00e1rias da Austr\u00e1lia, existindo apenas um pequeno n\u00famero de esp\u00e9cies pr\u00f3prias dos territ\u00f3rios vizinhos da Nova Guin\u00e9 e Indon\u00e9sia, e mais uma esp\u00e9cie (a mais setentrional) no sul das Filipinas. Adaptados a praticamente todas as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, os eucaliptos caracterizam a paisagem da Oceania de uma forma que n\u00e3o \u00e9 compar\u00e1vel a qualquer outra esp\u00e9cie, noutro continente.<\/p>\n<hr \/>\n<div id=\"attachment_2268\" style=\"width: 810px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2268\" src=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2020\/02\/eucalyptus.jpg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"563\" class=\"size-full wp-image-2268\" srcset=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2020\/02\/eucalyptus.jpg 800w, http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2020\/02\/eucalyptus-300x211.jpg 300w, http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2020\/02\/eucalyptus-768x540.jpg 768w, http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2020\/02\/eucalyptus-426x300.jpg 426w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><p id=\"caption-attachment-2268\" class=\"wp-caption-text\"><em>Eucaliptus<\/em> sp.<\/p><\/div>\n<hr \/>\n<p><strong>Flor<\/strong>: A primeira descri\u00e7\u00e3o bot\u00e2nica do g\u00eanero foi da responsabilidade do bot\u00e2nico franc\u00eas Charles Louis L&#8217;H\u00e9ritier de Brutelle, em 1788. O nome do seu g\u00eanero, que poderia ser traduzido do grego como &#8220;boa cobertura&#8221; faz refer\u00eancia \u00e0 capa ou op\u00e9rculo que cobre os \u00f3rg\u00e3os reprodutores da flor, at\u00e9 que cai e os deixa a descoberto. Este op\u00e9rculo \u00e9 formado por p\u00e9talas modificadas. De facto, o poder atrativo da sua flor deve-se \u00e0 exuberante cole\u00e7\u00e3o de estames que cada uma apresenta, e n\u00e3o \u00e0s p\u00e9talas, como acontece com muitas plantas. Os frutos s\u00e3o lenhosos, de forma vagamente c\u00f4nica, contendo v\u00e1lvulas que se abrem para libertar as sementes .<br \/>\n<strong>Folha<\/strong>: Quase todos os eucaliptos t\u00eam folhagem persistente, ainda que algumas esp\u00e9cies tropicais percam as suas folhas no final da \u00e9poca seca. Tal como outras mirt\u00e1ceas, as folhas de eucalipto est\u00e3o cobertas de gl\u00e2ndulas que segregam \u00f3leo &#8211; este g\u00eanero bot\u00e2nico \u00e9, ali\u00e1s, pr\u00f3digo na sua produ\u00e7\u00e3o. Muitas esp\u00e9cies apresentam, ainda dimorfismo foliar. Quando jovens, as suas folhas s\u00e3o opostas, de ovais a arredondadas e, ocasionalmente, sem pec\u00edolo. Depois de um a dois anos de crescimento, a maior parte das esp\u00e9cies passa a apresentar folhas alternadas, lanceoladas a falciformes (com forma semelhante a uma foice), estreitas e pendidas a partir de longos pec\u00edolo. Contudo, existem v\u00e1rias esp\u00e9cies, como a <em>Eucalyptus melanophloia<\/em> e a <em>Eucalyptus setosa<\/em> que mant\u00eam a forma juvenil ao longo da sua vida. As folhas adultas da maioria das esp\u00e9cies, bem como, em alguns casos, as folhas juvenis, s\u00e3o iguais nas duas p\u00e1ginas do limbo, n\u00e3o existindo a habitual distin\u00e7\u00e3o, nas folhas, de p\u00e1gina superior e p\u00e1gina inferior. A maior parte das esp\u00e9cies n\u00e3o floresce enquanto a folhagem adulta n\u00e3o aparece. A Eucalyptus cinerea e a Eucalyptus perriniana constituem duas das raras excep\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<hr \/>\n<div id=\"attachment_2267\" style=\"width: 560px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2267\" src=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2020\/02\/Eucaliptus-flor.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"687\" class=\"size-full wp-image-2267\" srcset=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2020\/02\/Eucaliptus-flor.jpg 550w, http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2020\/02\/Eucaliptus-flor-240x300.jpg 240w\" sizes=\"auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><p id=\"caption-attachment-2267\" class=\"wp-caption-text\"><em>Eucaliptus<\/em> sp.<\/p><\/div>\n<hr \/>\n<p><strong>Casca (s\u00faber)<\/strong>: O s\u00faber, ou casca da \u00e1rvore, tem um ciclo de perman\u00eancia anual, podendo as v\u00e1rias esp\u00e9cies de eucalipto agruparem-se segundo a sua apar\u00eancia. Nas \u00e1rvores de casca lisa, cai praticamente toda a casca, deixando uma superf\u00edcie de textura plana, por vezes manchada de v\u00e1rias cores. Nas \u00e1rvores de casca rugosa, o ritidoma persiste agarrado ao caule enquanto vai secando lentamente. Muitas \u00e1rvores, contudo, apresentam diferencia\u00e7\u00e3o a este n\u00edvel, com casca lisa no topo e casca rugosa na base do tronco. De entre as \u00e1rvores de casca rugosa, podemos distinguir:<\/p>\n<p>De casca fendida &#8211; que apresenta longas fibras que se podem destacar em pe\u00e7as compridas. Apresenta ritidoma espesso e com textura esponjosa.<br \/>\nDe casca dura &#8211; de aspecto rugoso e profundamente fendido, o seu ritidoma aparece geralmente saturado de uma resina exsudada pela planta que lhe d\u00e1 uma colora\u00e7\u00e3o vermelho escura ou mesmo negra.<br \/>\nTesseladas &#8211; com a casca fragmentada em flocos distintos, formando mosaico. Os fragmentos, que v\u00e3o caindo com o tempo, t\u00eam semelhan\u00e7a com a corti\u00e7a.<br \/>\nEm cofre &#8211; composto por fibras de curta dimens\u00e3o. Apresentando, algumas, tessela\u00e7\u00e3o.<br \/>\nEm faixa &#8211; em que a casca sai em longas e estreitas pe\u00e7as, ainda que aderentes em determinadas partes do caule. Podem aparecer na forma de longas faixas, fitas resistentes ou em peda\u00e7os que encaracolam.<br \/>\n<strong>Eucaliptos no Brasil<\/strong>: N\u00e3o h\u00e1 uma data exata da introdu\u00e7\u00e3o do eucalipto no Brasil. Existem relatos que os primeiros exemplares foram plantados nas \u00e1reas pertencentes ao Jardim Bot\u00e2nico e Museu Nacional do Rio de Janeiro, nos anos de 1825 e 1868; no munic\u00edpio de Amparo-SP entre 1861 e 1863; e no Rio Grande do Sul, em 1868. Entretanto, os primeiros plantios ocorreram de fato em 1868, no Rio Grande do Sul, mas por iniciativa do pol\u00edtico Joaquim Francisco de Assis Brasil, um dos primeiros brasileiros a demonstrar interesse pelo g\u00eanero. Foi implantado no Brasil em 1909 pelo engenheiro agr\u00f4nomo Edmundo Navarro de Andrade, ent\u00e3o funcion\u00e1rio da Cia. Paulista. No Brasil existem extensas \u00e1reas plantadas, sobretudo, no Estado de Minas Gerais, que possui cerca de 2% do seu territ\u00f3rio ocupados com eucaliptos. Um dos grandes munic\u00edpios produtores do pa\u00eds, que h\u00e1 mais de trinta anos desenvolve a silvicultura, \u00e9 o munic\u00edpio mineiro de Itamarandiba. Atualmente esta cidade \u00e9 um dentre os diversos p\u00f3los da produ\u00e7\u00e3o de mudas clonais de Minas Gerais e do Brasil.<strong><sup>1<\/sup><\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong><sup>2<\/sup><\/strong><div class=\"ead-preview\"><div class=\"ead-document\" style=\"position: relative;padding-top: 90%;\"><div class=\"ead-iframe-wrapper\"><iframe src=\"\/\/docs.google.com\/viewer?url=http%3A%2F%2Fnossacasa.net%2Fnossosriachos%2Fwp-content%2Fuploads%2F2020%2F01%2FEucalipto.pdf&amp;embedded=true&amp;hl=en\" title=\"Embedded Document\" class=\"ead-iframe\" style=\"width: 100%;height: 100%;border: none;position: absolute;left: 0;top: 0;visibility: hidden;\"><\/iframe><\/div>\t\t\t<div class=\"ead-document-loading\" style=\"width:100%;height:100%;position:absolute;left:0;top:0;z-index:10;\">\n\t\t\t\t<div class=\"ead-loading-wrap\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"ead-loading-main\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"ead-loading\">\n\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/plugins\/embed-any-document\/images\/loading.svg\" width=\"55\" height=\"55\" alt=\"Loader\">\n\t\t\t\t\t\t\t<span>Loading...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<div class=\"ead-loading-foot\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"ead-loading-foot-title\">\n\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/plugins\/embed-any-document\/images\/EAD-logo.svg\" alt=\"EAD Logo\" width=\"36\" height=\"23\"\/>\n\t\t\t\t\t\t\t<span>Taking too long?<\/span>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<p>\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"ead-document-btn ead-reload-btn\" role=\"button\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/plugins\/embed-any-document\/images\/reload.svg\" alt=\"Reload\" width=\"12\" height=\"12\"\/> Reload document\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t<span>|<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t<a href=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/Eucalipto.pdf\" class=\"ead-document-btn\" target=\"_blank\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/plugins\/embed-any-document\/images\/open.svg\" alt=\"Open\" width=\"12\" height=\"12\"\/> Open in new tab\t\t\t\t\t\t\t<\/a>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div><p class=\"embed_download\"><a href=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/Eucalipto.pdf\" download>Download <\/a><\/p><\/div><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong><sup>1<\/sup><\/strong>https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Eucalyptus<br \/>\n<strong><sup>2<\/sup><\/strong>http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/manual-de-identificacao-de-mudas-de-especies-florestais\/<br \/>\nRestaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica com Sistemas Agroflorestais <\/p>\n<hr \/>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nome popular: Eucalipto Nome cient\u00edfico: Eucaliptus sp. Exig\u00eancia por fertilidade: m\u00e9dia Ciclo de vida: perene Estrato: emergente Boa produtora de biomassa: sim Alimento humano: n\u00e3o Atra\u00e7\u00e3o de fauna e polinizadores: sim Forrageira: n\u00e3o Potencial madeireiro: sim Potencial medicinal: Sim Potencial &hellip; <a href=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/eucalipto\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2266,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[53],"tags":[],"class_list":["post-2211","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-arvores"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2211","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2211"}],"version-history":[{"count":5,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2211\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2271,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2211\/revisions\/2271"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2266"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2211"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2211"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2211"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}