{"id":2226,"date":"2020-02-06T09:53:49","date_gmt":"2020-02-06T12:53:49","guid":{"rendered":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/?p=2226"},"modified":"2020-02-06T11:08:37","modified_gmt":"2020-02-06T14:08:37","slug":"emburana-de-cheiro","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/emburana-de-cheiro\/","title":{"rendered":"Emburana-de-cheiro"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr \/>\n<div id=\"attachment_2243\" style=\"width: 1010px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2243\" src=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2020\/02\/Cumaru-nordestino.jpg\" alt=\"\" width=\"1000\" height=\"1333\" class=\"size-full wp-image-2243\" srcset=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2020\/02\/Cumaru-nordestino.jpg 1000w, http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2020\/02\/Cumaru-nordestino-225x300.jpg 225w, http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2020\/02\/Cumaru-nordestino-768x1024.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><p id=\"caption-attachment-2243\" class=\"wp-caption-text\"><em>Amburana cearensis<\/em><\/p><\/div>\n<hr \/>\n<p><strong>Nome popular<\/strong>:\tEmburana-de-cheiro<br \/>\n<strong>Nome cient\u00edfico<\/strong>:\t<em>Amburana cearensis<\/em><br \/>\n<strong>Exig\u00eancia por fertilidade<\/strong>:\tm\u00e9dia<br \/>\n<strong>Ciclo de vida<\/strong>:\tperene<br \/>\n<strong>Estrato<\/strong>:\talto<br \/>\n<strong>Boa produtora de biomassa<\/strong>:\tsim<br \/>\n<strong>Alimento humano<\/strong>:\tn\u00e3o<br \/>\n<strong>Atra\u00e7\u00e3o de fauna e polinizadores<\/strong>:\tsim<br \/>\n<strong>Forrageira<\/strong>:\tn\u00e3o<br \/>\n<strong>Potencial madeireiro<\/strong>:\tsim<br \/>\n<strong>Potencial Medicinal<\/strong>:\tsim<br \/>\n<strong>Potencial de renda e mercado<\/strong>:\tsim<br \/>\n<strong>Ocorr\u00eancia predominante\/ bioma indicado<\/strong>:\tCerrado\/Caatinga<\/p>\n<hr \/>\n<div id=\"attachment_2241\" style=\"width: 384px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2241\" src=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2020\/02\/Amburana_folhas.jpg\" alt=\"\" width=\"374\" height=\"500\" class=\"size-full wp-image-2241\" srcset=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2020\/02\/Amburana_folhas.jpg 374w, http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2020\/02\/Amburana_folhas-224x300.jpg 224w\" sizes=\"auto, (max-width: 374px) 100vw, 374px\" \/><p id=\"caption-attachment-2241\" class=\"wp-caption-text\"><em>Amburana cearensis<\/em><\/p><\/div>\n<hr \/>\n<p>Cumaru-nordestino (<em>Amburana cearensis<\/em>) tamb\u00e9m designado por outros nomes populares, \u00e9 uma \u00e1rvore caracter\u00edstica dos biomas de caatinga e cerrado do Nordeste brasileiro, mas que tamb\u00e9m pode ocorrer em \u00e1reas de Mata Atl\u00e2ntica at\u00e9 o estado de S\u00e3o Paulo. Caracteriza-se principalmente pela varia\u00e7\u00e3o no porte, dependendo do solo e da disponibilidade de \u00e1gua, e pela casca cor vermelho-marrom viva, que tem restos de velhas camadas da periderme se desprendendo em ritidoma. A casca, junto com partes do floema, tem uma subst\u00e2ncia, chamada cumarina, que tem aplica\u00e7\u00f5es medicinais, inclusive pela medicina popula<strong><sup>1<\/sup><\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong><em>Amburana cearensis<\/em>: Amburana-de-cheiro<\/strong><br \/>\n\u00c1rvore dec\u00eddua na esta\u00e7\u00e3o seca, com altura entre 6-12m. Caule com di\u00e2metro superior a 30cm, geralmente ereto, com casca castanho-escura e ritidoma desprendendo-se em l\u00e2minas; ramos pouco estriados, glabros. Folhas compostas, 10-15cm de comprimento, alternas, imparipinadas, com pec\u00edolos cil\u00edndricos; fol\u00edolos subopostos ovais \u00e0 el\u00edpticos, com base e \u00e1pice arredondados ou acuminados. Infloresc\u00eancias axilares ou terminais, composta por numerosas flores de cor branco-amarelada, pequenas e arom\u00e1ticas. Frutos do tipo vagem de cor escura, deiscente em um dos lados, contendo uma semente, ou raramente, duas. As sementes s\u00e3o aladas e apresentam colora\u00e7\u00e3o preta, rugosa, com cerca de 1cm de largura e 2cm de comprimento. Esp\u00e9cie \u00e9 nativa, mas n\u00e3o \u00e9 end\u00eamica do Brasil. Ocorre nas regi\u00f5es Norte (Tocantins), Nordeste (Alagoas, Bahia, Cear\u00e1, Para\u00edba, Pernambuco, Piau\u00ed, Rio Grande do Norte), Centro-oeste (Goi\u00e1s, Mato Grosso do Sul) e Sudeste (Esp\u00edrito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e S\u00e3o Paulo)<strong><sup>2<\/sup><\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<div id=\"attachment_2242\" style=\"width: 385px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2242\" src=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2020\/02\/Amburana_vagens.jpg\" alt=\"\" width=\"375\" height=\"500\" class=\"size-full wp-image-2242\" srcset=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2020\/02\/Amburana_vagens.jpg 375w, http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2020\/02\/Amburana_vagens-225x300.jpg 225w\" sizes=\"auto, (max-width: 375px) 100vw, 375px\" \/><p id=\"caption-attachment-2242\" class=\"wp-caption-text\"><em>Amburana cearensis<\/em><\/p><\/div>\n<hr \/>\n<p><strong>Divis\u00e3o<\/strong>: Magnoliophyta (Angiospermae)<br \/>\n<strong>Classe<\/strong>: Magnoliopsida (Dicotiledonae)<br \/>\n<strong>Ordem<\/strong>: Fabales<br \/>\n<strong>Fam\u00edlia<\/strong>: Fabaceae (Papilionoideae, Leguminosae)<br \/>\n<strong>Esp\u00e9cie<\/strong>: <em>Amburana cearensis<\/em> (Freire Allem\u00e3o) A. C. Smith, Tropical Woods, 62:30, 1940.<br \/>\n<strong>Sinon\u00edmia bot\u00e2nica<\/strong>: <em>Amburana claudii<\/em> Schwacke &#038; Taubert; <em>Torresea cearensis<\/em> Freire Allem\u00e3o<br \/>\n<strong>Nomes Populares<\/strong>: Cerejeita, Ambaurana, Amburana, Amburana-de-cheiro, Angelim, Baru, Cabocla, Imburana-cheirosa, Cerejeira-rajada, Cumar\u00e9, Cumaru, Cumaru-de-cheiro, Imburana-brava, Cumaru-do-cear\u00e1, Cumbaru, Cumbaru-das-caatingas, Emburana, Imburana, Imburana-de-cheiro, Louro-ing\u00e1, Umburana, Umburana-lisa, Umburana-macho, Umburana-de-cheiro,Umburana-vermelha, ishpingo, palo, tr\u00e9bol, roble criollo e tumi.<br \/>\n<strong>Descri\u00e7\u00e3o<\/strong>: Amburana cearensis \u00e9 uma \u00e1rvore \u00e1rvore pequena na Caatinga, de 4 a 10 m e de 20 m na mata pluvial, caducif\u00f3lia. A casca \u00e9 vermelho-pardacenta, lisa suberosa e fina, com 7 mm de espessura, descamando em l\u00e2minas delgadas. A ramifica\u00e7\u00e3o \u00e9 dicot\u00f4mica. Copa achatada e curta na Caatinga e alta, larga e umbeliforme na floresta.<\/p>\n<p>As folhas s\u00e3o compostas de 10 a 15 cm de comprimento e 11 a 15 fol\u00edolos de 1 a 2 cm de comprimento. Os fol\u00edolos s\u00e3o ovados, emarginados, mebran\u00e1ceos, gabros, com nerva\u00e7\u00e3o impressa.<\/p>\n<p>As flores s\u00e3o quase s\u00e9sseis, amarelo-pardacentas, perfumadas e se re\u00fanem em medindo de 3 a 6 cm e esses em pan\u00edculas de 6 a 10 cm, as quais se inserem em ramos desfolhados. O fruto \u00e9 um legume preto e estriado por fora, amarelo e liso por dentro, delgado, duro, monospermo, medindo de 7 a 9 cm de comprimento por 2 de largura.<\/p>\n<p>A semente \u00e9 exalbuminosa de formato el\u00edptico, oblongo e ov\u00f3ide. O tegumento apresenta textura lenhosa, sendo a testa de colora\u00e7\u00e3o marmoreada, rugosa e opaca. O comprimento varia de 13 mm a 18 mm e a largura, de 8 mm a 12 mm. Possui ala, o que indica que sua dispers\u00e3o \u00e9 anemoc\u00f3rica.<\/p>\n<p><strong>Aspectos reprodutivos e Fenologia<\/strong>: \u00c9 planta hermafrodita, cuja poliniza\u00e7\u00e3o \u00e9 realizada principalmente por abelhas. A dispers\u00e3o, anemoc\u00f3rica, ou seja, pelo vento, visto que suas sementes s\u00e3o dotadas de alas, forma muito comum de dispers\u00e3o de sementes em matas secas (germina\u00e7\u00e3o). A flora\u00e7\u00e3o \u00e9 de abril a junho e frutifica nos meses de julho a setembro.<\/p>\n<p><strong>Aspectos ecol\u00f3gicos<\/strong>: \u00c9 classificada como pioneira, mas \u00e9 tolerante \u00e0 sombra em algumas situa\u00e7\u00f5es de regenera\u00e7\u00e3o sob dossel de mata. \u00c9 uma planta dec\u00eddua, heli\u00f3fita, seletiva xer\u00f3fita, caracter\u00edsticas de afloramentos calc\u00e1rios e terrenos secos em matas dec\u00edduas.<\/p>\n<p>A esp\u00e9cie apresenta ampla distribui\u00e7\u00e3o na Am\u00e9rica do Sul, sendo caracter\u00edstica de Floresta Estacional. Tamb\u00e9m ocorre em Floresta Estacional Semidecidual, restrita aos afloramentos rochosos ou calc\u00e1reos, em Floresta Estacional Decidual Submontana, em Floresta Ombr\u00f3fila Densa (Mata Atl\u00e2ntica) at\u00e9 a Caatinga\/Mata Seca.<\/p>\n<p>A sua ocorr\u00eancia no Cerrado e no Pantanal restringe-se \u00e0s manchas de florestas estacionais de afloramento calc\u00e1reo e suas zonas de transi\u00e7\u00e3o com o Cerrado em \u00e1reas bem drenadas e de moderada a elevada fertilidade.<\/p>\n<p>No Sudeste da Amaz\u00f4nia (Rond\u00f4nia, Acre e Amazonas) ocorre a <em>Amburara acreana<\/em>, com caracter\u00edsticas muito pr\u00f3ximas a<em> A. cearensis<\/em>.<\/p>\n<p><strong>\u00c1rea de ocorr\u00eancia<\/strong>: <em>Amburana cearensis<\/em> pode ser observada em praticamente toda Am\u00e9rica do Sul (do Peru \u00e0 Argentina). Na regi\u00e3o semi-\u00e1rida ocupa \u00e1reas consider\u00e1veis de todos os estados do Nordeste brasileiro e se estende at\u00e9 Minas Gerais, abrangendo cerca de um milh\u00e3o de km\u00b2 . Sua distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica abrange as latitudes de 3\u00ba S (Cear\u00e1) a 25\u00ba S (Argentina), nas altitudes de 10 m a 1.500 m.<\/p>\n<p><strong>Clima e Solos<\/strong>: A precipita\u00e7\u00e3o m\u00e9dia anual varia desde 440 mm a 2.000 mm, com chuvas distribu\u00eddas uniformemente a peri\u00f3dicas, com esta\u00e7\u00e3o seca pronunciada de moderada a forte, com dura\u00e7\u00e3o de at\u00e9 9 meses. A temperatura m\u00e9dia anual \u00e9 de 19,5\u00baC a 27,6\u00baC, sendo raras as geadas (m\u00e9dia de zero a duas). Os tipos clim\u00e1ticos em que a cerejeira ocorre naturalmente s\u00e3o: Semi-\u00c1rido (Bsh), tropical (Aw), subtropical de altitude (Cwa) e subtropical \u00famido (Cfa).<\/p>\n<p>A cerejeira ocorre em solos de textura franco e argilo-arenosos e profundos na meia-encostas da Caatinga e em afloramentos calc\u00e1rios. A sua ocorr\u00eancia no Cerrado e no Pantanal se d\u00e1 em \u00e1reas cem drenadas e de moderada a elevada fertilidade. Em plantios, mostrou-se sens\u00edvel \u00e0 salinidade do solo.<\/p>\n<p><strong>Produtos e Utiliza\u00e7\u00f5es<\/strong><br \/>\n<strong>Madeira<\/strong>: \u00c9 moderadamente pesada (0,6 g\/cm\u00b3), cerne bege amarelado ou bege rosado, uniforme, excepcionalmente apresenta alguns veios mais escuros, alburno muito pouco diferenciado do cerne, gr\u00e3 direita a irregular superf\u00edcie irregular lustrosa e medianamente lisa ao tato, cheiro acentuado, peculiar, agrad\u00e1vel e gosto levemente adocicado.<\/p>\n<p>Utiliza-se a madeira, por apresentar retratibilidade baixa e resist\u00eancia mec\u00e2nica entre baixa e m\u00e9dia, na confec\u00e7\u00e3o de m\u00f3veis de luxo, folhas faqueadas decorativas, escultura, tanoaria, acabamento interno, lambris, balc\u00f5es, ton\u00e9is etc. A madeira possui durabilidade baixa em condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis ao apodrecimento e no ataque de cupins subterr\u00e2neos. A secagem deve ser cuidadosa, pois tende a empenar.<br \/>\n<strong>Outros Usos<\/strong>: A madeira da cerejeira \u00e9 principal produto, no entanto \u00e9 necess\u00e1rio avaliar que essa \u00e1rvore apresenta a possibilidade de gerar diversos outros usos, que valorizam e agregam valor \u00e0 \u00e1rvore viva. Abaixo est\u00e3o descritas as partes, os produtos e benef\u00edcios obtidos.<br \/>\n<strong>Casca e sementes<\/strong>: s\u00e3o tradicionalmente utilizadas no tratamento da asma, tosse e bronquite. Das cascas do caule j\u00e1 foram isoladas v\u00e1rias subst\u00e2ncias, incluindo cumarina, isocampfer\u00eddio, fisetina, alfalona e amburos\u00eddio.<br \/>\n<strong>Flores<\/strong>: sua flora\u00e7\u00e3o durante o per\u00edodo seco indica a import\u00e2ncia da cerejeira como fonte de alimento para a entomofauna quando h\u00e1 pouca oferta de recurso, principalmente no caso da Caatinga.<br \/>\n<strong>Sementes<\/strong>: fornecem cerca de 23% de um \u00f3leo fixo constitu\u00eddo principalmente dos glicer\u00eddios dos \u00e1cidos: palm\u00edtico, linol\u00e9ico, ol\u00e9ico e este\u00e1rico. Cont\u00eam ainda uma prote\u00edna inibidora que \u00e9 capaz de inativar a tripsina e o fator de coagula\u00e7\u00e3o XII. A referida prote\u00edna constitui-se, por isso, numa ferramenta \u00fatil para o estudo da fase de contato da coagula\u00e7\u00e3o sangu\u00ednea. Nas sementes s\u00e3o encontrados tamb\u00e9m cumarina e 6-hidroxicumarina. Avaliou o efeito alelop\u00e1tico do extrato aquoso das sementes de cerejeira em alface, pic\u00e3o e carrapicho, como potencial herbicida natural. Houve presen\u00e7a de fitotoxicidade e, confirmada a\u00e7\u00e3o alelopatia promovida pelo extrato aquoso de sementes de cerejeira a partir de 0,78 mg\/ml para a inibi\u00e7\u00e3o da germina\u00e7\u00e3o das sementes e do desenvolvimento das pl\u00e2ntulas. No caso do carrapicho, apenas a cumarina pura inibiu a germina\u00e7\u00e3o dessas sementes.<br \/>\n<strong>Extrativos da madeira<\/strong>: Tradicionalmente a madeira de cerejeira \u00e9 utilizada para fornecer caracter\u00edsticas sensoriais \u00e0 cacha\u00e7a, atrav\u00e9s de processo de enelhecimento da bebida em ton\u00e9is de cerejeira. Abreu-Lima et al. (2005) avaliou a adi\u00e7\u00e3o dos extrativos retirados de madeiras na cacha\u00e7a, entre elas, a cerejeira, nas caracteristicas sensoriais em compara\u00e7\u00e3o \u00e0 cacha\u00e7a envelhecida. Os resultados indicaram a possibilidade da utiliza\u00e7\u00e3o de extratos de madeira no aprimoramento do processo de envelhecimento da cacha\u00e7a.<br \/>\n<strong>\u00c1rvore inteira<\/strong>: Pode ser utilizada com sucesso no paisagismo em geral, devido ao seu porte ornamental. Com base no seu desenvolvimento inicial, sugere-se a introdu\u00e7\u00e3o desta esp\u00e9cie em est\u00e1dios iniciais de recupera\u00e7\u00e3o de florestas estacionais degradadas.<strong><sup>3<\/sup><\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong><sup>1<\/sup><\/strong>https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Cumaru-nordestino<br \/>\n<strong><sup>2<\/sup><\/strong>https:\/\/www.embrapa.br\/busca-de-publicacoes\/-\/publicacao\/1103192\/amburana-cearensis-amburana-de-cheiro<br \/>\n<strong><sup>3<\/sup><\/strong>https:\/\/www.ipef.br\/identificacao\/amburana.cearensis.asp<\/p>\n<hr \/>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nome popular: Emburana-de-cheiro Nome cient\u00edfico: Amburana cearensis Exig\u00eancia por fertilidade: m\u00e9dia Ciclo de vida: perene Estrato: alto Boa produtora de biomassa: sim Alimento humano: n\u00e3o Atra\u00e7\u00e3o de fauna e polinizadores: sim Forrageira: n\u00e3o Potencial madeireiro: sim Potencial Medicinal: sim Potencial &hellip; <a href=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/emburana-de-cheiro\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2240,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[53],"tags":[],"class_list":["post-2226","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-arvores"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2226","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2226"}],"version-history":[{"count":3,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2226\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2244,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2226\/revisions\/2244"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2240"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2226"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2226"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2226"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}