{"id":596,"date":"2019-10-18T17:28:37","date_gmt":"2019-10-18T20:28:37","guid":{"rendered":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/?p=596"},"modified":"2020-01-27T10:51:37","modified_gmt":"2020-01-27T13:51:37","slug":"cambui-do-brejo","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/cambui-do-brejo\/","title":{"rendered":"Cambu\u00ed-do-brejo"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"attachment_488\" style=\"width: 650px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-488\" src=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/10\/Cambu\u00ed-do-Brejo.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"438\" class=\"size-full wp-image-488\" srcset=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/10\/Cambu\u00ed-do-Brejo.jpg 640w, http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/10\/Cambu\u00ed-do-Brejo-300x205.jpg 300w, http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/10\/Cambu\u00ed-do-Brejo-438x300.jpg 438w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><p id=\"caption-attachment-488\" class=\"wp-caption-text\"><em>Eugenia blastantha<\/em><\/p><\/div><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Nome popular<\/strong>: Cambu\u00ed-do-brejo<br \/>\n<strong>Nome cient\u00edfico<\/strong>: <em>Eugenia blastantha<\/em><br \/>\n<strong>Exig\u00eancia por fertilidade<\/strong>:<br \/>\n<strong>Ciclo de vida<\/strong>:<br \/>\n<strong>Estrato<\/strong>:<br \/>\n<strong>Boa produtora de biomassa<\/strong>:<br \/>\n<strong>Alimento humano<\/strong>:<br \/>\n<strong>Atra\u00e7\u00e3o de fauna e polinizadores<\/strong>:<br \/>\n<strong>Forrageira<\/strong>:<br \/>\n<strong>Potencial madeireiro<\/strong>:<br \/>\n<strong>Potencial Medicinal<\/strong>:<br \/>\n<strong>Potencial de renda e mercado<\/strong>:<br \/>\n<strong>Ocorr\u00eancia predominante\/ bioma indicado<\/strong>:<\/p>\n<hr \/>\n<p><em>Eugenia blastantha<\/em>, popularmente conhecida como grumixama-mirim ou pitanga-roxa-da mata \u00e9 uma arvoreta rara nativa da \u00e1rea entre o sudeste do estado de S\u00e3o Paulo e o estado de Santa Catarina, sendo parte da vegeta\u00e7\u00e3o da Mata Atl\u00e2ntica.<br \/>\nSeus frutos s\u00e3o considerados como saborosos e possuem cor arroxeada.<strong><sup>1<\/sup><\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>NOME INDIGENA<\/strong>: Grumixama mirim\u2013 vem do tupi-guarani e significa \u201cFruta da arvore que se descasca\u201d e o termo mirim descreve o tamanho pequeno. Tamb\u00e9m \u00e9 chamada de Pitanga roxa da mata.<br \/>\n<strong>Origem<\/strong>: Nativa dos sub-bosques da loresta semideciduas (que perdem as folhas) de altitude, de desde Minas Gerais at\u00e9 Santa Catarina, Brasil. Mais informa\u00e7\u00f5es no link:<br \/>\n<strong>Caracter\u00edsticas<\/strong>: arvore de pequeno porte quando cultivada a pleno sol, atingindo 2 a 4 m de altura. Na mata a arvore atinge de 5 a 10 m de altura. O tronco \u00e9 marrom escuro com casca que se desprende em placas retangulares. A copa \u00e9 piramidal, perenif\u00f3lia, densa e com brota\u00e7\u00f5es avermelhadas. As folhas s\u00e3o subcori\u00e1ceas (rijas), de cor verde escura, glabra (sem pelos) oval-oblongas (forma de ovo alongado) medindo 4 a 6 cm de comprimento por 1,5 a 2,5 cm de largura, com base longo cuneada (forma de cunha) e \u00e1pice brevemente obtuso (arredondado). As flores nascem em pequenos racemos (tipo de caco curto) axilares de 3 a 6 cm de comprimento com 4 a 8 flores sob ped\u00fanculo (haste ou suporte) de 1,5 a 3 cm, com 4 s\u00e9palas esverdeadas lanceoladas e 4 p\u00e9talas brancas de 1,2 a 1,6 cm de comprimento. Os frutos s\u00e3o bagas de 8 mm a 1,4 cm de di\u00e2metro<br \/>\n<strong>Dicas para cultivo<\/strong>: planta de f\u00e1cil cultivo e resiste a baixas temperaturas (at\u00e9 \u2013 5 graus), embora seja de altitude acima de 500 m, frutifica bem quando plantada ao n\u00edvel do mar; o solo deve ser profundo, \u00famido, neutro, com constitui\u00e7\u00e3o arenosa ou argilosa (solo vermelho). \u00c9 preciso plantas no m\u00ednimo 2 plantas para uma melhor produ\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<strong>Mudas<\/strong>: As sementes s\u00e3o arredondadas de cor creme pardacento, recalcitrantes (perde o poder germinativo em 20 a 30 dias) e por isso devem ser plantadas logo que colhidas em substrato organo-arenoso. A germina\u00e7\u00e3o ocorre em 40 a 60 dias, e as mudas atingem 30 cm com 8 meses de viveiro. Ap\u00f3s plantada, inicia a frutifica\u00e7\u00e3o com 3 a 4 anos. As mudas desenvolvem-se tanto em pleno sol, como na sombra.<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/10\/Cambu\u00ed-do-Brejo-flores.jpg\" alt=\"\" width=\"432\" height=\"323\" class=\"alignleft size-full wp-image-1867\" srcset=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/10\/Cambu\u00ed-do-Brejo-flores.jpg 432w, http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/10\/Cambu\u00ed-do-Brejo-flores-300x224.jpg 300w, http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/10\/Cambu\u00ed-do-Brejo-flores-401x300.jpg 401w\" sizes=\"auto, (max-width: 432px) 100vw, 432px\" \/><br \/>\n<strong>Plantando<\/strong>: Pode ser plantada tanto a pleno sol como na sombra em bosques com arvores grandes bem espa\u00e7adas. Espa\u00e7amento 6 x 6 m. Fa\u00e7a cova quadradas com 50 cm nas tr\u00eas dimens\u00f5es e adicione 500kg de calc\u00e1rio, 1 kg de cinzas e cerca de 40% de mat\u00e9ria org\u00e2nica, deixando curtir por 2 meses. A melhor \u00e9poca de plantio \u00e9 de outubro a novembro. Irrigar a cada quinze dias nos primeiros 3 meses, depois somente se faltar \u00e1gua na \u00e9poca da florada.<br \/>\n<strong>Cultivando<\/strong>: Fazer apenas podas de forma\u00e7\u00e3o da copa e eliminar os galhos que nascerem na base do tronco. Adubar com composto org\u00e2nico, pode ser 4 p\u00e1s de cama de frango bem curtido + 30 gr de N-P-K 10-10-10 dobrando essa quantia a cada ano at\u00e9 o 3\u00aa ano, depois manter essa aduba\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/10\/Cambu\u00ed-do-Brejo-frutos.jpg\" alt=\"\" width=\"432\" height=\"324\" class=\"alignleft size-full wp-image-1868\" srcset=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/10\/Cambu\u00ed-do-Brejo-frutos.jpg 432w, http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/10\/Cambu\u00ed-do-Brejo-frutos-300x225.jpg 300w, http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/10\/Cambu\u00ed-do-Brejo-frutos-400x300.jpg 400w\" sizes=\"auto, (max-width: 432px) 100vw, 432px\" \/><br \/>\n<strong>Usos<\/strong>: Frutifica nos meses de outubro a novembro. Os frutos s\u00e3o consumidos in-natura, na forma de sucos, sorvetes e geleias. A arvore pode ser cultivada como cerca viva, tendo um belo efeito ornamental devido a brota\u00e7\u00e3o ferruginosa das folhas.<strong><sup>2<\/sup><\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong>:<br \/>\n<strong><sup>1<\/sup><\/strong>https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Eugenia_blastantha<br \/>\n<strong><sup>2<\/sup><\/strong>http:\/\/www.colecionandofrutas.com.br\/eugeniablastantha.htm\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nome popular: Cambu\u00ed-do-brejo Nome cient\u00edfico: Eugenia blastantha Exig\u00eancia por fertilidade: Ciclo de vida: Estrato: Boa produtora de biomassa: Alimento humano: Atra\u00e7\u00e3o de fauna e polinizadores: Forrageira: Potencial madeireiro: Potencial Medicinal: Potencial de renda e mercado: Ocorr\u00eancia predominante\/ bioma indicado: Eugenia &hellip; <a href=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/cambui-do-brejo\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1865,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[53],"tags":[],"class_list":["post-596","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-arvores"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/596","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=596"}],"version-history":[{"count":6,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/596\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1869,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/596\/revisions\/1869"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1865"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=596"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=596"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=596"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}