{"id":890,"date":"2019-10-21T11:02:12","date_gmt":"2019-10-21T14:02:12","guid":{"rendered":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/?p=890"},"modified":"2019-10-21T11:13:26","modified_gmt":"2019-10-21T14:13:26","slug":"pitangueira","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/pitangueira\/","title":{"rendered":"Pitangueira"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"attachment_894\" style=\"width: 1610px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-894\" src=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/10\/Pitangueira1.jpg\" alt=\"\" width=\"1600\" height=\"1200\" class=\"size-full wp-image-894\" srcset=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/10\/Pitangueira1.jpg 1600w, http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/10\/Pitangueira1-300x225.jpg 300w, http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/10\/Pitangueira1-768x576.jpg 768w, http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/10\/Pitangueira1-1024x768.jpg 1024w, http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/10\/Pitangueira1-400x300.jpg 400w\" sizes=\"auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px\" \/><p id=\"caption-attachment-894\" class=\"wp-caption-text\"><em>Eugenia uniflora<\/em><\/p><\/div><br \/>\n<strong>Nome Cient\u00edfico<\/strong>: <em>Eugenia uniflora<\/em><br \/>\n<strong>Sinon\u00edmia<\/strong>: <em>Eugenia brasiliana, Eugenia costata, Eugenia indica, Eugenia lacustris, Eugenia michelii, Eugenia microphylla, Eugenia parkeriana, Stenocalyx affinis, Stenocalyx brunneus, Stenocalyx dasyblastus, Stenocalyx glaber, Stenocalyx impunctatus, Stenocalyx lucidus, Stenocalyx michelii, Stenocalyx strigosus, Stenocalyx uniflorus, Myrtus brasiliana, Plinia pedunculata, Plinia rubra<\/em><br \/>\n<strong>Nomes Populares<\/strong>: Pitanga, Pitangueira, Cerejeira-brasileira, Ginja, Pitanga-branca, Pitanga-do-mato, Pitanga-r\u00f3sea, Pitanga-roxa, Pitangueira-mi\u00fada, Pitangueira-vermelha, Pitanga-vermelha, Pitangueira, Pitangueira-comum<br \/>\n<strong>Fam\u00edlia<\/strong>: Myrtaceae<br \/>\n<strong>Categoria:<\/strong> Arbustos, Arbustos Tropicais, \u00c1rvores, \u00c1rvores Frut\u00edferas, \u00c1rvores Ornamentais, Cercas Vivas<br \/>\n<strong>Origem<\/strong>: Am\u00e9rica do Sul, Argentina, Brasil, Uruguai<br \/>\n<strong>Altura<\/strong>: 1.8 a 2.4 metros, 2.4 a 3.0 metros, 3.0 a 3.6 metros, 3.6 a 4.7 metros, 4.7 a 6.0 metros, 6.0 a 9.0 metros, 9.0 a 12 metros<br \/>\n<strong>Luminosidade<\/strong>: Sol Pleno<br \/>\n<strong>Ciclo de Vida<\/strong>: Perene<br \/>\nA pitangueira \u00e9 uma \u00e1rvore ou arbusto frut\u00edfero e ornamental, nativo da mata atl\u00e2ntica e conhecido principalmente pelos frutos doces e perfumados que fazem parte da cultura dos brasileiros. O nome \u201cpitanga\u201d \u00e9 de origem tupi e significa vermelho-rubro, uma alus\u00e3o \u00e0 cor dos frutos maduros. O porte pode ser arbustivo, entre 2 a 4 metros de altura, ou arb\u00f3reo, chegando nestes casos entre 6 e 12 metros. A copa \u00e9 densa e arredondada. O florescimento \u00e9 err\u00e1tico, e pode ocorrer duas ou mais vezes ao ano, dependendo na maioria das vezes do clima da regi\u00e3o de plantio e da variedade da planta. As flores s\u00e3o pequenas, hermafroditas, brancas, perfumadas, com longos estames e muito mel\u00edferas, atraindo abelhas. As folhas s\u00e3o opostas, simples, ovais, acuminadas, glabras, avermelhadas quando jovens, e que gradativamente v\u00e3o tomando a cor verde. Os frutos s\u00e3o bagas globosas, deprimidas nos polos, com sulcos longitudinais e quando maduros ficam de cor vermelha, vinho e at\u00e9 mesmo negra, de acordo com a variedade. A polpa \u00e9 macia, suculenta e vermelha, recoberta por uma casca muito fina e delicada. Carrega entre 1 a 3 sementes grandes. No Brasil n\u00e3o h\u00e1 uma grande diferencia\u00e7\u00e3o de variedades, mas temos o maior banco de germoplasma da esp\u00e9cies e algumas cultivares importantes desdenvolvidas no IPA (Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecu\u00e1ria). J\u00e1 no exterior, para onde a pitangueira foi amplamente difundida, houve uma preocupa\u00e7\u00e3o maior em selecionar as melhores plantas e desenvolver novas cultivares.<br \/>\nA pitanga \u00e9 consumida geralmente ao natural. Seu sabor \u00e9 doce, \u00e1cido, pungente e com aroma muito caracter\u00edstico. Ela tamb\u00e9m \u00e9 muito nutritiva, sendo rica em vitaminas e minerais. Al\u00e9m de haver poucos produtores, ela \u00e9 uma fruta fr\u00e1gil e de baixa durabilidade, por este motivo dificilmente \u00e9 encontrada nas g\u00f4ndolas dos supermercados. \u00c9 mais f\u00e1cil encontrar produtos artesanais de pitanga em mercados regionais, como licores, cacha\u00e7as aromatizadas, gel\u00e9ias e vinhos. No entanto, \u00e9 crescente a produ\u00e7\u00e3o industrial de polpas, sucos e picol\u00e9s preparados \u00e0 base de pitanga.<sup>1<\/sup><br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/10\/Pitanga2.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"467\" class=\"aligncenter size-full wp-image-891\" srcset=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/10\/Pitanga2.jpg 700w, http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/10\/Pitanga2-300x200.jpg 300w, http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/10\/Pitanga2-450x300.jpg 450w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><br \/>\n<strong>Propriedades<\/strong>: \u00d3tima para ser saboreada ap\u00f3s as refei\u00e7\u00f5es, a pitanga tem um sabor doce, com &#8220;fim de boca&#8221; levemente amargo, principalmente nos frutos n\u00e3o t\u00e3o maduros. A fruta \u00e9 consumida naturalmente, colhida do p\u00e9, ou sob a forma de doces, gel\u00e9ias, sorvetes, ou utilizada em caipifrutas de pitanga, a chamada de &#8220;caipitanga&#8221;. Da pitanga se fazem \u00f3timos rem\u00e9dios para diarr\u00e9ia de crian\u00e7as, garrafadas e licores estimulantes.<br \/>\n<strong>Etimologia<\/strong>: A frutinha tem o nome derivado do tupi &#8220;pi\u00b4t\u00e3g&#8221;, que significa vermelho-rubro.<br \/>\n<strong>Caracter\u00edsticas<\/strong>: \u00c9 uma planta de exterior, podendo se adaptar em interior durante os meses de ver\u00e3o, desde que pr\u00f3xima a uma janela com uma boa ventila\u00e7\u00e3o. No exterior pode ser cultivada a pleno sol, resultando uma maior produ\u00e7\u00e3o de frutos e diminui\u00e7\u00e3o no tamanho das folhas. Durante o inverno, se ficar exposta a baixas temperaturas possivelmente perder\u00e1 todas as folhas.<br \/>\n<strong>Porte<\/strong>: \u00c1rvore pequena ou arbusto grande.<br \/>\n<strong>Caule<\/strong>: Seu tronco \u00e9 liso de cor clara sendo comum trocar sua casca ao longo do ano.<br \/>\n<strong>Folhas<\/strong>: As folhas s\u00e3o ovaladas, lisas e verde brilhantes. As folhas dos novos brotos t\u00eam um tom avermelhado.<br \/>\n<strong>Flores<\/strong>: Possui pequenas flores brancas e solit\u00e1rias, muito arom\u00e1ticas.<br \/>\n<strong>Frutos<\/strong>: Bagas esf\u00e9ricas, angulosa (8 a 10 quinas salientes), achatada, vermelha, agridoce, de pele muito fina e comest\u00edvel.<br \/>\n<strong>Sementes<\/strong>: Basta deixar seus frutos secarem para retirar as sementes e plantar nos meses mais frescos.<sup>2<\/sup><br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/10\/Pitanga3.jpg\" alt=\"\" width=\"466\" height=\"352\" class=\"aligncenter size-full wp-image-892\" srcset=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/10\/Pitanga3.jpg 466w, http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/10\/Pitanga3-300x227.jpg 300w, http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/10\/Pitanga3-397x300.jpg 397w\" sizes=\"auto, (max-width: 466px) 100vw, 466px\" \/><br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-content\/uploads\/sites\/9\/2019\/10\/Pitanga4.jpg\" alt=\"\" width=\"220\" height=\"165\" class=\"aligncenter size-full wp-image-893\" \/><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>EXEMPLAR PLANTADO NO C\u00d3RREGO<\/strong>:<br \/>\nFoto em <\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Fontes<\/strong>:<br \/>\n<sup>1<\/sup>https:\/\/www.jardineiro.net\/<br \/>\n<sup>2<\/sup>https:\/\/www.tudosobreplantas.com.br<\/p>\n<hr \/>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nome Cient\u00edfico: Eugenia uniflora Sinon\u00edmia: Eugenia brasiliana, Eugenia costata, Eugenia indica, Eugenia lacustris, Eugenia michelii, Eugenia microphylla, Eugenia parkeriana, Stenocalyx affinis, Stenocalyx brunneus, Stenocalyx dasyblastus, Stenocalyx glaber, Stenocalyx impunctatus, Stenocalyx lucidus, Stenocalyx michelii, Stenocalyx strigosus, Stenocalyx uniflorus, Myrtus brasiliana, Plinia &hellip; <a href=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/pitangueira\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":894,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[53],"tags":[],"class_list":["post-890","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-arvores"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/890","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=890"}],"version-history":[{"count":6,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/890\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":897,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/890\/revisions\/897"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/media\/894"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=890"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=890"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/agroecologia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=890"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}