{"id":170,"date":"2017-09-17T10:18:12","date_gmt":"2017-09-17T13:18:12","guid":{"rendered":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/biodiverses\/?p=170"},"modified":"2018-05-04T12:57:57","modified_gmt":"2018-05-04T15:57:57","slug":"introducao","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/biodiverses\/2017\/09\/17\/introducao\/","title":{"rendered":"Introdu\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<table border=\"0\" width=\"80%\" cellspacing=\"0\" align=\"center\" bgcolor=\"white\">\n<caption><span style=\"font-size: medium;\"><b>Introdu\u00e7\u00e3o<\/b><\/span><\/caption>\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O projeto de pesquisa cient\u00edfica \u201cDistribui\u00e7\u00e3o e Endemismo de Peixes de Riacho do Esp\u00edrito Santo &#8211; Projeto BIOdiversES, foi iniciado em 2008 (Sarmento-Soares, 2008). Em parceria com o Museu de Biologia Prof. Mello Leit\u00e3o (MBML) e com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq) por meio do Edital Universal MCT\/CNPq 14-2008 Processo:473749\/2008-4. O financiamento com dura\u00e7\u00e3o inicial de dois anos foi encerrado com o Relat\u00f3rio T\u00e9cnico enviado para o CNPq em abril de 2011.<\/p>\n<p>No relat\u00f3rio foram indicados os resultados dois anos de projeto e ressaltadas as necessidades de atividades a serem implementadas em continua\u00e7\u00e3o para que todos os objetivos indicados pudessem ser alcan\u00e7ados. Para a complementa\u00e7\u00e3odestas atividades estamos propondo esta segunda etapa do projeto para ser realizada em parceria com o\u00a0<b>Museu de Biologia Prof. Mello Leit\u00e3o<\/b>.<\/p>\n<p>Das oito metas propostas no projeto inicial foi poss\u00edvel nos dois primeiros anos de projeto atingir os seguintes resultados:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol type=\"1\">\n<li><b>Identifica\u00e7\u00e3o das localidades indicadas para os peixes de \u00e1gua docedo Esp\u00edrito Santo depositadas nas principais cole\u00e7\u00f5es do pa\u00eds.<\/b><br \/>\nResultado: Foram inclu\u00eddos os dados das cole\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis nos sistemasCRIA<sup>1<\/sup>\u00a0e NEODAT<sup>2<\/sup>\u00a0&#8211; Ao in\u00edcio do projeto foi encontrado, nos dois sistemas citados, um total de 6.929 lotes do Esp\u00edrito Santo ao final da primeira etapa 1. O total de peixes do Esp\u00edrito Santo nas principais cole\u00e7\u00f5es do pa\u00eds alcan\u00e7ou a marca de 9.304 lotes, com uma amplia\u00e7\u00e3o de 2.375 lotes (34,3%). Os 1.442 novos lotes de peixes de \u00e1gua doce corresponderam a uma amplia\u00e7\u00e3o de 49,8% na representatividade deste grupo. A Cole\u00e7\u00e3o do MBML teve um acr\u00e9scimo de 1.859 lotes, (143,7% ), sendo que 1.539 foram de \u00e1gua doce o que ampliou a cole\u00e7\u00e3o deste grupo em 185%.<br \/>\n<sub>1 CRIA \u2013 Centro de Refer\u00eancia e Informa\u00e7\u00e3o Ambiental \u2013 dispon\u00edvel em www.cria.org<br \/>\n2 SIBIP\/NEODAT III- Sistema Brasileiro de Informa\u00e7\u00f5es sobre Biodiversidade de Peixes \u2013 dispon\u00edvel em www.mnrj.ufrj.br\/search.htm<\/sub><\/li>\n<li><b>Mapeamento destas localidades por bacia no estado.<\/b><br \/>\nResultado: Do total de lotes apenas dezoito n\u00e3o puderam ser identificados quanto \u00e0 bacia de origem. Dos 4.123 lotes de \u00e1gua doce apenas 512 n\u00e3o foram identificados quanto \u00e1 sub-bacia.<\/li>\n<li><b>Identifica\u00e7\u00e3o das \u00e1reas com maiores necessidades de amostragem<\/b><br \/>\nResultado: As informa\u00e7\u00f5es de localidades foram avaliadas inicialmente definindo-se sua posi\u00e7\u00e3o em termos de munic\u00edpio. Dos 78 munic\u00edpios que comp\u00f5em o estado, 34 n\u00e3o contavam com nenhuma amostragem registrada nas cole\u00e7\u00f5es analisadas (Sarmento-Soares &amp; Martins-Pinheiro, 2010). Dos 2.898 lotes de \u00e1gua doce catalogados do Esp\u00edrito Santo, 391(13,5%) n\u00e3o eram pass\u00edveis de identifica\u00e7\u00e3o do munic\u00edpio de origem. Os restantes 2.507 estavam distribu\u00eddos por 44 munic\u00edpios.<\/li>\n<li><b>Amostragem nas \u00e1reas mais necess\u00e1rias<\/b><br \/>\nResultado: Ampliou-se a representatividade geogr\u00e1fica das cole\u00e7\u00f5es. Os munic\u00edpios n\u00e3o amostrados reduziram de 34 para 10 (de 44% para 10%). 90% dos lotes nas cole\u00e7\u00f5es passaram a representar 40 munic\u00edpios (51%) quando antes representava apenas 22 munic\u00edpios (28%). A m\u00e9dia de lotes de \u00e1gua doce no estado passou de 6,3 por cada 100 km2 de \u00e1rea para 9,4 (aumento de 49,8%).<\/p>\n<div><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"http:\/\/biodiverses.somee.com\/imagens\/16a.jpg\" alt=\"peixes no ES\" width=\"337\" height=\"217\" align=\"bottom\" border=\"0\" \/><\/div>\n<\/li>\n<li><b>Identifica\u00e7\u00e3o taxon\u00f4mica dos peixes coletados.<\/b><br \/>\nResultado: Trabalhou-se com 43.683 exemplares em 4.510 lotes de \u00e1gua doce, 1.040 exemplares em 300 lotes de peixes estuarinos e 2.365 exemplares em 416 lotes de peixes marinhos. Foram reconhecidas 296 esp\u00e9cies, em 208 g\u00eaneros, 83 fam\u00edlias e 22 ordens para o Esp\u00edrito Santo. Dentro destas est\u00e3o 124 esp\u00e9cies de \u00e1gua doce e\/ou estu\u00e1rio, com 74 g\u00eaneros em 22 fam\u00edlias e oito ordens. Doze destas esp\u00e9cies s\u00e3o ex\u00f3ticas. Cada uma das esp\u00e9cies colecionadas foi caracterizada morfologicamente. Vinte e oito esp\u00e9cies carecem de maiores estudos para confirmar se representam novos t\u00e1xons.<\/li>\n<li><b>Estabelecimento de padr\u00f5es de distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica para os peixes de riacho no Esp\u00edrito Santo.<\/b><br \/>\nResultado: Foram elaborados mapas de distribui\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies de peixes de \u00e1gua doce no Estado.<\/li>\n<li><b>Defini\u00e7\u00e3o das \u00e1reas de endemismo utilizando o programa NDM\/ VNDM (Goloboff 2005)<\/b><br \/>\nResultado: O mapa do estado do Esp\u00edrito Santo foi dividido em 12 colunas e 17 linhas com 204 quadr\u00edculas de 0.2 x 0.2 (20km x 20km) e origem da grade no ponto com coordenadas: -41\u00ba58&#8217;01&#8243;W e -17\u00ba42&#8217;00&#8243;S. Foram plotados as coordenadas de 4.425 registros referentes a 123 esp\u00e9cies. O programa selecionou duas \u00e1reas com maiores \u00edndices de endemismo (IE maior de 3,88).<\/li>\n<li><b>Relacionamento dos padr\u00f5es de distribui\u00e7\u00e3o de peixes no Esp\u00edrito Santo com \u00e1reas vizinhas (BA, MG e RJ)<\/b><br \/>\nResultado: Foram estabelecidas rela\u00e7\u00f5es de padr\u00f5es de distribui\u00e7\u00e3o de peixes de \u00e1gua doce entre as regi\u00f5es do Esp\u00edrito Santo e dos Estados vizinhos<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Divulga\u00e7\u00e3o p\u00fablica dos resultados do Projeto<\/b><\/p>\n<p>Foram realizadas oito palestras e constru\u00edda uma p\u00e1gina do <a href=\"http:\/\/biodiverses.somee.com\/\">Projeto BIOdiversES na Interne<\/a>t\u00a0ou <a href=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/biodiverses\/\">\u00a0www.nossacasa.net\/biodiverses\/.\u00a0<\/a><\/p>\n<p><b>Publica\u00e7\u00f5es cient\u00edficas :<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol type=\"1\">\n<li><b>A fauna de peixes das bacias norte do Esp\u00edrito Santo incluindo as bacias dos rios Ita\u00fanas e S\u00e3o Mateus<\/b>. &#8211; Manuscrito submetido para publica\u00e7\u00e3o a revista &#8220;Sitientibus-S\u00e9rie Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas&#8221;, recebendo o n\u00famero SCB_1149. No prelo<\/li>\n<li><b>A fauna de peixes das bacias do rio Doce no Esp\u00edrito Santo incluindo as bacias do Rio Doce e Suruaca<\/b>. &#8211; Manuscrito em elabora\u00e7\u00e3o, com previs\u00e3o de ser submetido em 2011\/2012 &#8211; necessitando ainda coletas em alguns pontos<\/li>\n<li><b>A fauna de peixes bacias nordeste do Esp\u00edrito Santo incluindo as bacias dos rios Riacho e Piraqu\u00ea A\u00e7u e as microbacias de Fund\u00e3o e Aracruz<\/b>. &#8211; Manuscrito em elabora\u00e7\u00e3o, com previs\u00e3o de ser submetido em 2011\/2012 &#8211; necessitando ainda coletas em alguns pontos<\/li>\n<li><b>A fauna de peixes das bacias centrais norte do Esp\u00edrito Santo incluindo a bacia do Rio Reis Magos e as microbacias de Serra<\/b>. &#8211; Manuscrito aceito para publica\u00e7\u00e3o no Boletim do Museu de Biologia Mello Leit\u00e3o, com previs\u00e3o para publica\u00e7\u00e3o em julho de 2011 (c\u00f3digo BMBML 2010\/9)<\/li>\n<li><b>A fauna de peixes centrais sul do Esp\u00edrito, incluindo as bacias dos rios Santa Maria da Vit\u00f3ria e Jucu<\/b>. &#8211; Manuscrito em elabora\u00e7\u00e3o, com previs\u00e3o de ser submetido em 2011\/2012 &#8211; necessitando ainda coletas em alguns pontos<\/li>\n<li><b>A fauna de peixes sudeste do Esp\u00edrito Santo incluindo as bacias dos rios Benevente e Novo e as microbacias de Vila Velha, Guarapari e Itapemirim<\/b>. Manuscrito submetido para publica\u00e7\u00e3o na revista &#8220;Sitientibus-S\u00e9rie Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas&#8221;, recebendo o n\u00famero SCB_1041. No prelo<\/li>\n<li><b>A fauna de peixes sul do Esp\u00edrito Santo incluindo as bacias dos rios Itapemirim e Itabapoana e microbacias de Marata\u00edzes e Presidente Kennedy<\/b>\u00a0&#8211; Manuscrito em final de elabora\u00e7\u00e3o com previs\u00e3o de ser submetido no segundo semestre de 2011.<\/li>\n<\/ol>\n<\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Introdu\u00e7\u00e3o &nbsp; O projeto de pesquisa cient\u00edfica \u201cDistribui\u00e7\u00e3o e Endemismo de Peixes de Riacho do Esp\u00edrito Santo &#8211; Projeto BIOdiversES, foi iniciado em 2008 (Sarmento-Soares, 2008). Em parceria com o Museu de Biologia Prof. Mello<a class=\"read-more\" href=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/biodiverses\/2017\/09\/17\/introducao\/\">Continue reading<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":298,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5,11],"tags":[],"class_list":["post-170","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-biodiverses-ii","category-projeto-ii"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/biodiverses\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/170","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/biodiverses\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/biodiverses\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/biodiverses\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/biodiverses\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=170"}],"version-history":[{"count":2,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/biodiverses\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/170\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":172,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/biodiverses\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/170\/revisions\/172"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/biodiverses\/wp-json\/wp\/v2\/media\/298"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/biodiverses\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=170"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/biodiverses\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=170"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/biodiverses\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=170"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}