{"id":3586,"date":"2021-09-20T16:24:34","date_gmt":"2021-09-20T19:24:34","guid":{"rendered":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/rios\/?page_id=3586"},"modified":"2021-09-20T16:24:34","modified_gmt":"2021-09-20T19:24:34","slug":"paraiba-do-sul-329","status":"publish","type":"page","link":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/rios\/paraiba-do-sul-329\/","title":{"rendered":"Para\u00edba do Sul (329)"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align:justify\">\n<strong>Tipo de Habitat Principal<\/strong><br \/>\nRios costeiros tropicais e subtropicais<\/p>\n<p><strong>Principais corpos d&#8217;\u00e1gua<\/strong><br \/>\nRio Para\u00edba do Sul, Rio Paraitinga, Rio Paraibuna Rio Pomba, Rio Muria\u00e9, Lagoa Feia<\/p>\n<p><strong>Pa\u00edses<\/strong><br \/>\nBrasil<\/p>\n<p><strong>Limites<\/strong><br \/>\nEsta ecorregi\u00e3o inclui a bacia de drenagem do Rio Para\u00edba do Sul e seus afluentes. Limita-se ao oeste pela Serra da Mantiqueira, a divis\u00e3o entre a bacia da Para\u00edba do Sul e as bacias do S\u00e3o Francisco e do Alto Paran\u00e1. <\/p>\n<p><strong>Drenagens<\/strong>: fluindo para oceano Atl\u00e2ntico<\/p>\n<p><strong>Principais rios ou outras massas de \u00e1gua<\/strong><\/p>\n<p><strong>Topografia<\/strong><br \/>\nA Para\u00edba do Sul drena o fissura Taubat\u00e9-Resende da Serra do Mar e o sistema Serra da Mantiqueira, que forma uma das mais antigas divis\u00f5es de drenagem do Planalto Brasileiro (Martin et al. 1996; Modenesi-Gauttieri 2000; Dillenburg &#038; Hesp 2009). A bacia da Para\u00edba \u00e9 caracterizada por alto relevo com escarpas cristalinas \u00edngremes e maci\u00e7os alcalinos que sobem at\u00e9 2600 m.<\/p>\n<p><strong>Habitats de \u00e1gua doce<\/strong><br \/>\nO Rio Para\u00edba do Sul come\u00e7a na conflu\u00eancia dos rios Paraitinga e Paraibuna e flui 1120 km a noroeste at\u00e9 o Oceano Atl\u00e2ntico. Seus afluentes da margem esquerda e direita drenam da Serra da Mantiqueira e da Serra do Mar, respectivamente. A descarga da Para\u00edba \u00e9 de 874 m3\/s e a carga de sedimentos \u00e9 de 10,9 x 106 t\/ano (Dillenburg &#038; Hesp 2009). Sua parte m\u00e9dia superior e parte costeira s\u00e3o naveg\u00e1veis, mas estas s\u00e3o limitadas por corredeiras e cachoeiras ao redor de S\u00e3o Fid\u00e9lis. Historicamente, durante a \u00e1gua alta, a Para\u00edba do Sul fluiu para Lagoa Feia, um grande complexo de lagos ao sul da foz do rio.<\/p>\n<p><strong>Habitats terrestres<\/strong><br \/>\nV\u00e1rias ecorregi\u00f5es terrestres abrangem a bacia da Para\u00edba do Sul, incluindo florestas interiores da Bahia nas bacias de Paraibuna, Pomba e Muria\u00e9; Mata atl\u00e2ntica do Alto Paran\u00e1 que faz fronteira com grande parte do caule principal; e florestas costeiras da Serra do Mar ao longo da borda sul. As florestas interiores da Bahia compreendem florestas semidec\u00edduas predominantemente sazonais. As matas atl\u00e2nticas do Alto Paran\u00e1 tamb\u00e9m s\u00e3o florestas semidec\u00edduas que formam uma transi\u00e7\u00e3o entre as florestas costeiras da Serra do Mar e o cerrado mais para o interior. As florestas costeiras da Serra do Mar cobrem uma faixa de matas \u00famidas atl\u00e2nticas ao longo da serra do Mar. Bols\u00f5es de florestas de restinga alinham a costa em solos arenosos pobres em nutrientes (WWF 2001).<\/p>\n<p><strong>Descri\u00e7\u00e3o de peixes end\u00eamicos<\/strong>:<br \/>\nApesar da menor riqueza de esp\u00e9cies, o endemismo \u00e9 relativamente alto na ecorregi\u00e3o Para\u00edba do Sul, que tem aproximadamente 40% de endemismo ao n\u00edvel da esp\u00e9cie. Setenta e oito por cento dos trichom\u00edncterides s\u00e3o end\u00eamicos, todos dentro do g\u00eanero <em>Trichomycterus<\/em>. H\u00e1 tamb\u00e9m um g\u00eanero end\u00eamico,<em> Oligobrycon<\/em>. Este \u00e9 representado por <em>O. microstomus<\/em> e \u00e9 o \u00fanico characideo end\u00eamico na ecorregi\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Outros peixes not\u00e1veis <\/strong><br \/>\n<em>Trichomycterus caipora<\/em> \u00e9 uma esp\u00e9cie rec\u00e9m-descrita da Lagoa Feia e Rio Macabu.<\/p>\n<p><strong>Justifica\u00e7\u00e3o para delineamento<\/strong><br \/>\nA ecorregi\u00e3o de Para\u00edba do Sul est\u00e1 dentro dos rios litor\u00e2neos do Sudeste do Brasil, como delineado por Ringuelet (1975).<\/p>\n<p><strong>N\u00edvel de explora\u00e7\u00e3o taxon\u00f4mica<\/strong><br \/>\nBoa<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong><br \/>\nBuckup, P. A., Menezes, N. A. and Ghazzi, M. S. (2007) Cat\u00e1logo das esp\u00e9cies de peixes de \u00e1gua doce do Brasil Museo Nacional : Rio de Janeiro<\/p>\n<p>Dillenburg, S. and Hesp, P. (2009). &#8220;Geology and Geomorphology of Holocene Coastal Barriers of Brazil&#8221; Berlin, Germany: Springer-Verlag.<\/p>\n<p>Hijmans, R. J., S. Cameron and Parra., J. (2004) \\WorldClim, Version 1.4 (release 3). A square kilometer resolution database of global terrestrial surface climate\\ &#8220;<\"[http:\/\/www.worldclim.org]\">&#8221; (16 July 2009)<\/p>\n<p>K\u00f6ppen, W. (1936). &#8220;Das geographische System der Klimate&#8221; K\u00f6ppen W. and R. Geiger (Ed.) Handbuch der. Klimatologie ( (Vol. 1, pp. 1\u201344 ) Berlin, Germany: Gebr\u00fcder Borntr\u00f6ger.<\/p>\n<p>Lundberg, J. G., Marshall, L. G., Guerrero, J., et al. (1998). &#8220;The stage for Neotropical fish diversification: a history of tropical South American rivers&#8221; L. R. Malarbarba, R. E. Reis, R. P. Vari, Z. M. Lucena, C. A. S. Lucena and (eds) (Ed.) Phylogeny and classification of Neotropical fishes ( pp. 13-48 ) Porto Alegre: Edipuers.<\/p>\n<p>Menezes, N. A.,Weitzman, S. H.,Oyakawa, O. T.,Lima, F. C. T.,Castro, R. M. C.;Weitzman, M. J. (2007). &#8220;Peixes de \u00c1gua doce da Matya Atl\u00e2ntica: Lista preliminar das esp\u00e9cies e coment\u00e1rios sobre conserva\u00e7\u00e3o de peixes de \u00e1gua doce neotropicais&#8221; S\u00e3o Paulo: Museu de Zoologia &#8211; Universidade de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Martin, L., Suguio, K., Flexor, J.-M., et al. (1996). &#8220;Coastal Quaternary Formations of the Southern Part of the State of Esp\u00edrito Santo (Brasil)&#8221; Anais da Academia Brasileira de Ci\u00eancias 68 (3) pp. 389-404.<\/p>\n<p>Modenesi-Gauttieri, M. C. (2000). &#8220;Hillslope deposits and the quarternary evolution of the Altos Campos &#8211; Serra da Matniqueira, from Campost do Jord\u00e3o to the Itatiaia MassifI&#8221; Revista Brasileira de Geoci\u00eancias 30 (3) pp. 508-515.<\/p>\n<p>Reis, R. E., Kullander, S. O. and Ferraris, C. J., Jr. (2003) Check List of the Freshwater Fishes of South and Central America Edipucrs : Porto Alegre, RS<\/p>\n<p>Ringuelet, R. A. (1975). &#8220;Zoogeograf\u00eda y ecolog\u00eda de los peces de aguas continentales de la Argentina y consideraciones sobre las \u00e1reas ictiol\u00f3gicas de Am\u00e9rica del Sur&#8221; Ecosur 2 (1) pp. 1-122.<\/p>\n<p>Serra, J. P., Fde Carvalho, F. R. and Langeani, F. (2007). &#8220;Ichthyofauna of the rio Itatinga in the Parque das Neblinas, Bertioga, S\u00e3o Paulo State: composition and bigeography&#8221; Biota Neotropical [online version] 7 (1) pp. http:\/\/www.biotaneotropica.org.br\/v7n1\/pt\/abstract?article+bn01707012007.<\/p>\n<p>World Wildlife Fund (WWF) (2001) \\Terrestrial Ecoregions of the World\\ &#8220;<\"http:\/\/www.worldwildlife.org\/wildworld\/profiles\/terrestrial_nt.html\">&#8221;<\/p>\n<hr \/>\n<p>Fonte: http:\/\/www.feow.org\/<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tipo de Habitat Principal Rios costeiros tropicais e subtropicais Principais corpos d&#8217;\u00e1gua Rio Para\u00edba do Sul, Rio Paraitinga, Rio Paraibuna Rio Pomba, Rio Muria\u00e9, Lagoa Feia Pa\u00edses Brasil Limites Esta ecorregi\u00e3o inclui a bacia de drenagem do Rio Para\u00edba do &hellip; <a href=\"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/rios\/paraiba-do-sul-329\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-3586","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/rios\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/3586","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/rios\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/rios\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/rios\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/rios\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3586"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/rios\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/3586\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3587,"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/rios\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/3586\/revisions\/3587"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/nossacasa.net\/nossosriachos\/rios\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3586"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}