Exercício 2- Avaliação da categoria de ameaça
Citação de Luisa Soares em 10 de novembro de 2025, 20:13EXERCÌCIO 2. Avaliação da categoria de ameaça
- Nome Científico: Kalyptodoras bahiensis Higuchi, Britski & Garavello 1990
- O táxon é endêmico do Brasil?
( ) Sim ( ) Não ( ) Não se sabe
- O táxon já foi avaliado anteriormente em nível global? (Consultar IUCN- https://www.iucnredlist.org/)
( ) Sim. Qual a categoria em que se encontra e quais os critérios utilizados? ___________________
( ) Não.
- Distribuição (pontos vermelhos)
- Ameaças
– Quais são as maiores ameaças ao táxon? (perda de habitat, introdução de espécies, poluição, barramento, etc)
– Há expectativas de ameaças futuras ao táxon?
- Categorizar o taxon em nível nacional (consultar a tabela 1- Souza et al., 2018).
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EXERCÌCIO 2. Avaliação da categoria de ameaça
- Nome Científico: Kalyptodoras bahiensis Higuchi, Britski & Garavello 1990
- O táxon é endêmico do Brasil?
( ) Sim ( ) Não ( ) Não se sabe
- O táxon já foi avaliado anteriormente em nível global? (Consultar IUCN- https://www.iucnredlist.org/)
( ) Sim. Qual a categoria em que se encontra e quais os critérios utilizados? ___________________
( ) Não.
- Distribuição (pontos vermelhos)
- Ameaças
– Quais são as maiores ameaças ao táxon? (perda de habitat, introdução de espécies, poluição, barramento, etc)
– Há expectativas de ameaças futuras ao táxon?
- Categorizar o taxon em nível nacional (consultar a tabela 1- Souza et al., 2018).
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Citação de marcelo em 12 de novembro de 2025, 22:07EXERCÌCIO 2. Avaliação da categoria de ameaça
- Nome Científico: Kalyptodoras bahiensis Higuchi, Britski & Garavello 1990
- O táxon é endêmico do Brasil?
( x ) Sim ( ) Não ( ) Não se sabe
- O táxon já foi avaliado anteriormente em nível global? (Consultar IUCN- https://www.iucnredlist.org/)
( x ) Sim. Qual a categoria em que se encontra e quais os critérios utilizados? Kalyptodoras bahiensis está listado como Quase Ameaçado sob os critérios B1b(iii).
( ) Não.
- Distribuição (pontos vermelhos) Kalyptodoras bahiensis é endêmica do Brasil e presença distribuição geográfica restrita ao rio Paraguaçu, Bahia (Birindelli 2008, Higuchi et al. 1990). Originalmente foi registrado para o baixo rio Paraguaçu, na cachoeira de Bananeiras (Higuchi et al. 1990). Esta região foi representada na década de 1980, dando origem à barragem de Pedra do Cavalo. Desde então, uma espécie não foi mais registrada no local, possivelmente devido à mudança do ambiente. Recentemente a espécie foi reencontrada no rio Paraguaçu, em localidades próximas aos municípios de Itaberaba e Iaçu (Birindelli 2008). A Extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 15.566 km2.
- Ameaças
– Quais são as maiores ameaças ao táxon? (perda de habitat, introdução de espécies, poluição, barramento, etc) A principal ameaça à espécie é a mudança no regime de vazão diante dos barramentos e extração de água para as atividades agrícolas, associada ao declínio da qualidade dos ambientes fluviais.
– Há expectativas de ameaças futuras ao táxon? Outra preocupação é a introdução do tucunaré (Cichla sp.) e da tilápia (Oreochromis niloticus), espécies atualmente disseminadas na bacia do rio Paraguaçu (Birindelli, 2008).
- Categorizar o taxon em nível nacional (consultar a tabela 1- Souza et al., 2018). De acordo com o Salve ICMBio também está na categoria de Quase Ameaçada (NT).
EXERCÌCIO 2. Avaliação da categoria de ameaça
- Nome Científico: Kalyptodoras bahiensis Higuchi, Britski & Garavello 1990
- O táxon é endêmico do Brasil?
( x ) Sim ( ) Não ( ) Não se sabe
- O táxon já foi avaliado anteriormente em nível global? (Consultar IUCN- https://www.iucnredlist.org/)
( x ) Sim. Qual a categoria em que se encontra e quais os critérios utilizados? Kalyptodoras bahiensis está listado como Quase Ameaçado sob os critérios B1b(iii).
( ) Não.
- Distribuição (pontos vermelhos) Kalyptodoras bahiensis é endêmica do Brasil e presença distribuição geográfica restrita ao rio Paraguaçu, Bahia (Birindelli 2008, Higuchi et al. 1990). Originalmente foi registrado para o baixo rio Paraguaçu, na cachoeira de Bananeiras (Higuchi et al. 1990). Esta região foi representada na década de 1980, dando origem à barragem de Pedra do Cavalo. Desde então, uma espécie não foi mais registrada no local, possivelmente devido à mudança do ambiente. Recentemente a espécie foi reencontrada no rio Paraguaçu, em localidades próximas aos municípios de Itaberaba e Iaçu (Birindelli 2008). A Extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 15.566 km2.
- Ameaças
– Quais são as maiores ameaças ao táxon? (perda de habitat, introdução de espécies, poluição, barramento, etc) A principal ameaça à espécie é a mudança no regime de vazão diante dos barramentos e extração de água para as atividades agrícolas, associada ao declínio da qualidade dos ambientes fluviais.
– Há expectativas de ameaças futuras ao táxon? Outra preocupação é a introdução do tucunaré (Cichla sp.) e da tilápia (Oreochromis niloticus), espécies atualmente disseminadas na bacia do rio Paraguaçu (Birindelli, 2008).
- Categorizar o taxon em nível nacional (consultar a tabela 1- Souza et al., 2018). De acordo com o Salve ICMBio também está na categoria de Quase Ameaçada (NT).
Citação de michele em 13 de novembro de 2025, 20:31
- Nome Científico: Ancistrus formoso.
- O táxon é endêmico do Brasil?
( x ) Sim ( ) Não ( ) Não se sabe
- O táxon já foi avaliado anteriormente em nível global? (Consultar IUCN- https://www.iucnredlist.org/)
( x ) Sim. Qual a categoria em que se encontra e quais os critérios utilizados?
A espécie Ancistrus formoso foi avaliada mais recentemente na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da IUCN em 2018. Ancistrus formoso está listada como Vulnerável sob o critério D2.
( ) Não.
- Distribuição (pontos vermelhos)
Sua ocorrência natural é na cavernas do rio Formoso e rio Formosinha, no município de Bonito, na região da Serra da Bodoquena, no estado do Mato Grosso do Sul.
- Ameaças
– Quais são as maiores ameaças ao táxon? (perda de habitat, introdução de espécies, poluição, barramento, etc)
A mineração.
– Há expectativas de ameaças futuras ao táxon?
Destruição e Alteração do Habitat, Poluição e Vulnerabilidade Devido ao Endemismo Restrito:
- Categorizar o taxon em nível nacional (consultar a tabela 1- Souza et al., 2018).
Está classificado como Criticamente Ameaçado de Extinção (CR) .
- Nome Científico: Ancistrus formoso.
- O táxon é endêmico do Brasil?
( x ) Sim ( ) Não ( ) Não se sabe
- O táxon já foi avaliado anteriormente em nível global? (Consultar IUCN- https://www.iucnredlist.org/)
( x ) Sim. Qual a categoria em que se encontra e quais os critérios utilizados?
A espécie Ancistrus formoso foi avaliada mais recentemente na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da IUCN em 2018. Ancistrus formoso está listada como Vulnerável sob o critério D2.
( ) Não.
- Distribuição (pontos vermelhos)
Sua ocorrência natural é na cavernas do rio Formoso e rio Formosinha, no município de Bonito, na região da Serra da Bodoquena, no estado do Mato Grosso do Sul.
- Ameaças
– Quais são as maiores ameaças ao táxon? (perda de habitat, introdução de espécies, poluição, barramento, etc)
A mineração.
– Há expectativas de ameaças futuras ao táxon?
Destruição e Alteração do Habitat, Poluição e Vulnerabilidade Devido ao Endemismo Restrito:
- Categorizar o taxon em nível nacional (consultar a tabela 1- Souza et al., 2018).
Está classificado como Criticamente Ameaçado de Extinção (CR) .
Citação de vinicio em 14 de novembro de 2025, 12:30
- Nome Científico: Xenurolebias myersi (Carvalho, 1959)
- O táxon é endêmico do Brasil?
( X) Sim ( ) Não ( ) Não se sabe
Espécie endêmica do norte do Espírito Santo, restrita a poças temporárias próximas ao município de Itaúnas e regiões adjacentes, em ambientes de restinga e formações herbáceas alagáveis.
- O táxon já foi avaliado anteriormente em nível global? (Consultar IUCN- https://www.iucnredlist.org/)
( X) Sim. Qual a categoria em que se encontra e quais os critérios utilizados?
A espécie apresenta distribuição extremamente restrita, fragmentada e dependente de poças temporárias, que sofrem intensa degradação por perda de habitat, drenagem, expansão urbana e agrícola.
( ) Não.
- Distribuição (pontos vermelhos)
Ocorre exclusivamente em poças temporárias na região de Itaúnas (município de Conceição da Barra, norte do Espírito Santo)
- Ameaças
– Quais são as maiores ameaças ao táxon? (perda de habitat, introdução de espécies, poluição, barramento, etc)
Perda e degradação do habitat
Poluição
Alterações hidrológicas
Introdução de espécies exóticas
Isolamento populacional
– Há expectativas de ameaças futuras ao táxon?
Intensificação da pressão imobiliária e turística em Itaúnas.
Possível perda total de micro-habitats caso medidas de conservação não sejam implementadas.
- Categorizar o taxon em nível nacional (consultar a tabela 1- Souza et al., 2018).
Criticamente em Perigo (CR)
- Nome Científico: Xenurolebias myersi (Carvalho, 1959)
- O táxon é endêmico do Brasil?
( X) Sim ( ) Não ( ) Não se sabe
Espécie endêmica do norte do Espírito Santo, restrita a poças temporárias próximas ao município de Itaúnas e regiões adjacentes, em ambientes de restinga e formações herbáceas alagáveis.
- O táxon já foi avaliado anteriormente em nível global? (Consultar IUCN- https://www.iucnredlist.org/)
( X) Sim. Qual a categoria em que se encontra e quais os critérios utilizados?
A espécie apresenta distribuição extremamente restrita, fragmentada e dependente de poças temporárias, que sofrem intensa degradação por perda de habitat, drenagem, expansão urbana e agrícola.
( ) Não.
- Distribuição (pontos vermelhos)
Ocorre exclusivamente em poças temporárias na região de Itaúnas (município de Conceição da Barra, norte do Espírito Santo)
- Ameaças
– Quais são as maiores ameaças ao táxon? (perda de habitat, introdução de espécies, poluição, barramento, etc)
Perda e degradação do habitat
Poluição
Alterações hidrológicas
Introdução de espécies exóticas
Isolamento populacional
– Há expectativas de ameaças futuras ao táxon?
Intensificação da pressão imobiliária e turística em Itaúnas.
Possível perda total de micro-habitats caso medidas de conservação não sejam implementadas.
- Categorizar o taxon em nível nacional (consultar a tabela 1- Souza et al., 2018).
Criticamente em Perigo (CR)
