Curso de Pós Graduação

Curso de Biogeografia e Conservação de Fauna Aquática

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Exercício 2- Avaliação da categoria de ameaça

EXERCÌCIO 2. Avaliação da categoria de ameaça

 

  1. Nome Científico: Kalyptodoras bahiensis Higuchi, Britski & Garavello 1990
  2. O táxon é endêmico do Brasil?

(   ) Sim                       (    ) Não                     (   ) Não se sabe

 

  1. O táxon já foi avaliado anteriormente em nível global? (Consultar IUCN- https://www.iucnredlist.org/)

(   ) Sim. Qual a categoria em que se encontra e quais os critérios utilizados? ___________________

(   ) Não.

 

  1. Distribuição (pontos vermelhos)
  2. Ameaças

– Quais são as maiores ameaças ao táxon? (perda de habitat, introdução de espécies, poluição, barramento, etc)

– Há expectativas de ameaças futuras ao táxon?

 

  1. Categorizar o taxon em nível nacional (consultar a tabela 1- Souza et al., 2018).

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  • Kalyptodoras-bahiensis.jpg

EXERCÌCIO 2. Avaliação da categoria de ameaça

 

  1. Nome Científico: Kalyptodoras bahiensis Higuchi, Britski & Garavello 1990
  2. O táxon é endêmico do Brasil?

( x ) Sim                       (    ) Não                     (   ) Não se sabe

 

  1. O táxon já foi avaliado anteriormente em nível global? (Consultar IUCN- https://www.iucnredlist.org/)

( x ) Sim. Qual a categoria em que se encontra e quais os critérios utilizados? Kalyptodoras bahiensis está listado como Quase Ameaçado sob os critérios B1b(iii).

(   ) Não.

 

  1. Distribuição (pontos vermelhosKalyptodoras bahiensis é endêmica do Brasil e presença distribuição geográfica restrita ao rio Paraguaçu, Bahia (Birindelli 2008, Higuchi et al. 1990). Originalmente foi registrado para o baixo rio Paraguaçu, na cachoeira de Bananeiras (Higuchi et al. 1990). Esta região foi representada na década de 1980, dando origem à barragem de Pedra do Cavalo. Desde então, uma espécie não foi mais registrada no local, possivelmente devido à mudança do ambiente. Recentemente a espécie foi reencontrada no rio Paraguaçu, em localidades próximas aos municípios de Itaberaba e Iaçu (Birindelli 2008). A Extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 15.566 km2.
  2. Ameaças

Quais são as maiores ameaças ao táxon? (perda de habitat, introdução de espécies, poluição, barramento, etc) A principal ameaça à espécie é a mudança no regime de vazão diante dos barramentos e extração de água para as atividades agrícolas, associada ao declínio da qualidade dos ambientes fluviais.

Há expectativas de ameaças futuras ao táxon? Outra preocupação é a introdução do tucunaré (Cichla sp.) e da tilápia (Oreochromis niloticus), espécies atualmente disseminadas na bacia do rio Paraguaçu (Birindelli, 2008).

 

  1. Categorizar o taxon em nível nacional (consultar a tabela 1- Souza et al., 2018). De acordo com o Salve ICMBio também está na categoria de Quase Ameaçada (NT).
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Felipe Vieira
  1. Nome Científico: Ancistrus formoso.
  1. O táxon é endêmico do Brasil?

(  x ) Sim                    ( ) Não                 (   ) Não se sabe

 

  1. O táxon já foi avaliado anteriormente em nível global? (Consultar IUCN- https://www.iucnredlist.org/)

(  x ) Sim. Qual a categoria em que se encontra e quais os critérios utilizados? 

A espécie Ancistrus formoso foi avaliada mais recentemente na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da IUCN em 2018. Ancistrus formoso está listada como Vulnerável sob o critério D2.

(   ) Não.

 

  1. Distribuição (pontos vermelhos

Sua ocorrência natural é na cavernas do rio Formoso e rio Formosinha, no município de Bonito, na região da Serra da Bodoquena, no estado do Mato Grosso do Sul.

  1. Ameaças

Quais são as maiores ameaças ao táxon? (perda de habitat, introdução de espécies, poluição, barramento, etc)

A mineração.

Há expectativas de ameaças futuras ao táxon? 

Destruição e Alteração do Habitat, Poluição e Vulnerabilidade Devido ao Endemismo Restrito:

 

  1. Categorizar o taxon em nível nacional (consultar a tabela 1- Souza et al., 2018). 

Está classificado como Criticamente Ameaçado de Extinção (CR) .

  1. Nome Científico: Xenurolebias myersi (Carvalho, 1959)
  2. O táxon é endêmico do Brasil?

( X) Sim                       (    ) Não                     (   ) Não se sabe

Espécie endêmica do norte do Espírito Santo, restrita a poças temporárias próximas ao município de Itaúnas e regiões adjacentes, em ambientes de restinga e formações herbáceas alagáveis.

  1. O táxon já foi avaliado anteriormente em nível global? (Consultar IUCN- https://www.iucnredlist.org/)

(  X) Sim. Qual a categoria em que se encontra e quais os critérios utilizados?

A espécie apresenta distribuição extremamente restrita, fragmentada e dependente de poças temporárias, que sofrem intensa degradação por perda de habitat, drenagem, expansão urbana e agrícola.

(   ) Não.

 

  1. Distribuição (pontos vermelhos)

Ocorre exclusivamente em poças temporárias na região de Itaúnas (município de Conceição da Barra, norte do Espírito Santo)

  1. Ameaças

– Quais são as maiores ameaças ao táxon? (perda de habitat, introdução de espécies, poluição, barramento, etc)

Perda e degradação do habitat

Poluição

Alterações hidrológicas

Introdução de espécies exóticas

Isolamento populacional

– Há expectativas de ameaças futuras ao táxon?

Intensificação da pressão imobiliária e turística em Itaúnas.

Possível perda total de micro-habitats caso medidas de conservação não sejam implementadas.

 

  1. Categorizar o taxon em nível nacional (consultar a tabela 1- Souza et al., 2018).

Criticamente em Perigo (CR)

 

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Luisa Soares