Mini Mutirão 20260707

Mini mutirão realizado em 7 de julho de 2026.
Hoje tivemos a participação de sete membros do Coletivo Córregos dos Colibris. Foram plantadas mais cinco mudas de Erva-macaé e cinco mudas de Assa-peixe nas beiradas do caminho, para embelezar e servir de alimentos para abelhas e borboletas.
Foram plantadas ainda mias cinco espécies de árvores nativas.

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FOTOS DE ROBERTO ROCHA

Mini Mutirão 20260630

Mini mutirão realizado em 30 de junho de 2026.
Hoje tivemos a participação de sete membros do Coletivo Córregos dos Colibris. Foram realizados trabalhos de poda e limpeza na entrada da rua “U” lado esquerdo. Foram plantadas mudas de Erva-macaé e Assa-peixe nas beiradas do caminho, para embelezar e servir de alimentos para abelhas e borboletas.
Erva-macaé, rubim, erva-das-lavadeiras, erva-dos-zangões, erva-das-mamangavas, quinino-dos-pobres, cordão-de-são-francisco, chá-de-frade, erva-de-santos-filhos, amor-deixado, pasto-de-abelhas, agripalma-siberiana, motherwort, marijuanilla, são muitos nomes populares para Leonurus sibiricus. Apesar de sua origem na China, Sibéria e Japão, ela medra espontânea no Sul e Sudeste do Brasil. Além de usado na medicina e muito procurada pelas abelhas.

Erva-Macaé

A planta Assa-peixe, cientificamente conhecida como Vernonia polyanthes, é bastante comum em várias regiões do Brasil e chama atenção tanto pela aparência quanto pelos usos tradicionais. Trata-se de uma espécie nativa, frequentemente encontrada em beiras de estradas, pastagens, áreas em regeneração e bordas de matas. Ao longo dos anos, essa planta passou a ser associada à produção de mel e ao uso popular em chás, o que despertou o interesse de agricultores, apicultores e pesquisadores.
O nome assa-peixe surgiu da prática de utilizar suas folhas largas e resistentes como suporte para assar peixes em fogueiras, principalmente em áreas rurais. Hoje, a planta é reconhecida não apenas por esse costume antigo, mas também por suas flores brancas ou arroxeadas que aparecem em grande quantidade, atraindo uma variedade de insetos. Em especial, as abelhas encontram no assa-peixe uma importante fonte de alimento em determinadas épocas do ano.
A Vernonia polyanthes é um arbusto que pode atingir de 2 a 4 metros de altura, com caule ereto e ramificado. Suas folhas são grandes, ásperas ao toque, com a parte inferior mais clara e coberta por pequenos pelos. As inflorescências se formam em cachos densos na ponta dos ramos, dando à planta um aspecto esbranquiçado quando está totalmente florida. Esse visual é comum em meses de clima mais seco ou de transição, quando outras espécies podem estar com menos flores.
No uso popular, o assa-peixe é amplamente associado a preparos caseiros, principalmente na forma de chá das folhas. É tradicionalmente empregado para aliviar sintomas respiratórios, como tosse e catarro, além de ser mencionado em práticas de benzedeiras e fitoterapeutas populares. Em algumas comunidades, também é utilizado em banhos e compressas. Apesar da forte presença na cultura popular, recomenda-se cautela no uso terapêutico, buscando sempre orientação profissional antes de consumir plantas medicinais.
A relação entre assa-peixe e abelhas é um dos pontos mais destacados quando se fala dessa planta na natureza. As flores de Vernonia polyanthes são consideradas melitófilas, ou seja, adaptadas para serem visitadas por abelhas. Elas produzem néctar em quantidade apreciável e pólen acessível, o que torna a planta uma fonte dupla de recursos: alimento energético (néctar) e fonte de proteínas (pólen) para as colmeias.
As abelhas são atraídas pelo aroma suave e pela coloração clara das flores. Ao pousarem sobre as inflorescências, elas utilizam a língua alongada para coletar o néctar no interior das pequenas flores tubulares. O néctar é armazenado no papo das abelhas campeiras e transportado para a colmeia, onde será transformado em mel por meio de processos de regurgitação, adição de enzimas e desidratação. Ao mesmo tempo, o pólen fica preso nos pelos do corpo da abelha, sendo em parte transportado nas corbículas (as “cestas” de pólen nas patas traseiras) e, em parte, transferido de flor em flor, promovendo a polinização.
Esse ciclo permite que a planta assa-peixe seja polinizada com eficiência, produzindo sementes viáveis e garantindo sua regeneração nas áreas onde ocorre. Para as abelhas, a planta representa uma importante florada, especialmente em regiões do Cerrado e da Mata Atlântica, onde o assa-peixe é abundante. Em determinadas épocas do ano, o mel produzido a partir do néctar dessa planta é facilmente identificado por apicultores devido a sua coloração e aroma característicos.
Assa-peixe

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Mini Mutirão 20260623

Mini mutirão realizado em 23 de junho de 2026.

Hoje tivemos a participação de três membros do Coletivo Córregos dos Colibris. Foram espalhada sementes de várias espécies nativas. Foram plantadas várias sementes de Tataré (Chloroleucon tortum). O Tataré é uma espécie nativa da Mata Atlântica do Rio de Janeiro. Ocorre nas zonas de restinga e matagais arenosos e encontra-se na lista da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais na categoria “em perigo crítico”.

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Mini Mutirão 20260526

Mini mutirão realizado em 26 de maio de 2026.

Hoje tivemos a participação de cinco membros do Coletivo Córregos dos Colibris. Foi realizada a recuperação do jardim da placa do projeto próxima aos Bombeiros. Luisa e Renata deram continuidade a identificação e medição das árvores para o projeto de calculo da absorção de carbono pela área vegetada.

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Mini Mutirão 20260519

Mini mutirão realizado em 19 de maio de 2026. Foi realizado um evento paralelo com fotografias das espécies do córrego em homenagem ao dia da Biodiversidade:

Hoje tivemos a participação de 11 membros do Coletivo Córregos dos Colibris. Além das fotos, foram plantadas quatro mudas de Jarinha no Projeto da “Parides Ascanius“. Também foram plantados dois Pau-ferro e um Pau-Brasil próximo a entrada da Rua U. doze mudas de espécies nativas entre elas Pau-brasil e Pau-ferro. Realizamos poda, limpeza e retirada de leucenas também nesta área.
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Mini Mutirão 20260512

Mini mutirão realizado em 12 de maio de 2026. Hoje tivemos a participação de 10 membros do Coletivo Córregos dos Colibris. Foram plantadas doze mudas de espécies nativas entre elas Pau-brasil e Pau-ferro. Realizamos poda, limpeza e retirada de leucenas no lado direito e esquerdo da entrada do Espaço Colibris. O trabalho de campo de hoje foi dedicado ao inventário florestal das árvores plantadas no Córrego dos Colibris, uma parceria entre a @amadarcyorg e o coletivo @corregodatiririca. Através da medição da altura e do CAP (Circunferência à Altura do Peito), é possível calcular a biomassa vegetal.​Essa análise técnica é fundamental para quantificar o sequestro de carbono realizado pelas árvores, um processo essencial para mitigar os efeitos das mudanças climáticas e garantir a qualidade do ar que respiramos. Nosso objetivo é transformar dados científicos em evidências concretas sobre a importância da preservação e do reflorestamento para o nosso futuro. Estamos quantificando a vida para comprovar a importância vital das nossas árvores para o nosso futuro. .

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Mini Mutirão 20260428

Mini mutirão realizado em 28 de abril de 2026. Hoje tivemos a participação de 6 membros do Coletivo Córregos dos Colibris. Foram plantadas uma muda de Ingá do Rio, duas mudas de Ipê e uma muda de Jarrinha da praia. Realizamos poda, limpeza e retirada de leucenas no lado direito da entrada do Espaço Colibris. Foi finalizada a marcação dos pontos de referência para o Projeto de Avaliação da Captura de Carbono pela área vegetada do Córrego. Fixou-se os marcadores de EC-1- até EC-4. Lloyd entregou a Luisa plaquinhas de alumínio de 1 a 20 para iniciar a marcação das árvores que serão acompanhadas em seu crescimento.

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Mini Mutirão 20260331

Mini mutirão realizado em 31 de março de 2026. Hoje tivemos a participação de 6 membros do Coletivo Córregos dos Colibris. Foram plantadas mudas e realizada limpeza. Foi dada continuidade a marcação dos pontos de referência para o Projeto de Avaliação da Captura de Carbono pela área vegetada do Córrego. Fixou-se os marcadores de T2-3- até T4-2. Os demais irão sendo fixados nos próximos mini-muitirôes.

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Mini Mutirão 20260324

Mini mutirão realizado em 24 de março de 2026. Hoje tivemos a participação de 6 membros do Coletivo Córregos dos Colibris e mais seis participantes do Projeto Vamos Plantar, além de alguns convidados. Foram plantadas 200 mudas, sendo 100 de Plamito Jussara nos trechos T1 a T4 da Av. Boa Vista. Foi realizada uma retirada de amendoeiras e Leucenas que estavam obstaculizando o desenvolvimento das espécies nativas plantadas pelo Coletivo. Foi iniciado também a marcação dos pontos de referência para o Projeto de Avaliação da Captura de Carbono pela área vegetada do Córrego. Fixou-se os marcadores de T1- a T1-3 e T2-1 e T2-2. Os demais irão sendo fixados nos próximos mini-muitirôes.

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VÍDEOS

Mini Mutirão 20260317

Mini mutirão realizado em 17 de março de 2026. Hoje tivemos a participação de 7 membros do Coletivo Córregos dos Colibris. Foram plantadas Cinco mudas de espécies de Mata Atlântica. Continuamos com a limpeza de manutenção, cortando as leucenas e incorporando a massa verde ao solo.

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