A Garça
Arte no Tiririca
O Fotógrafo Ronaldo Rufino, residente da Região Oceânica realizou um belíssimo ensaio fotográfico sobre o leito do Córrego da Tiririca.Ronaldo prometeu a presença, junto com um grupo de fotógrafos, no Mutirão do dia 4 de Setembro próximo. Esperamos por um grande trabalho fotográfico.
O ensaio fotográfico sobre o leito do Córrego da Tiririca esta disponível aqui.
Mutirão 4
Eu, o Córrego
Mutirão 3
Na ocasião se trabalhou nos ninhos de 1 a 80 implantados nos mutirões anteriores, fazendo capina, acrescentando material picado para cobertura e colocando estacas e sementes entre os ninhos existentes.

Fernando explicou ao grupo algumas questões relativas ao Projeto:
Como nas edições anteriores, foi grande e muito animada a participação:
FOTOS:
Mutirão 3
Cada um faz sua parte
Durante a realização do vídeo ele percebeu um vazamento no esgoto da Av. Boa Vista e comunicou ao grupo.
A Kátia que é membro da CLIP e faz parte do grupo tomou as providências necessárias e hoje postou no grupo que o problema foi resolvido.

É o Coletivo “Córrego da Tiririca trabalhando junto para melhorar o local em que vivemos.
Olhando a esquerda da foto vemos as estacas protegidas por garrafas pet, que marcam os ninhos e identificam o que foi plantado. Ao longe vemos um monte de material picado trazido pela Prefeitura e que estamos espalhando entre os ninhos.
Mutirão 2
As mudas do PESET – X

Pau-d’alho (Gallesia integrifolia)
Família: Phytolaccaceae
Características Morfológicas: Com altura média entre 15 e 30 metros, esta árvore pode ser considerada robusta. Tanto que seu tronco é largo (gira em torno de 70 a 140 centímetros de diâmetro). Possui ainda folhas glabras (sem pelo) e brilhantes. E tem com uma característica geral e marcante o cheiro de alho, em qualquer parte da planta.
Origem: Brasil.
Ocorrência Natural: Bahia, Espírito Santo e Minas Gerais até o Paraná (na Floresta Atlântica) e depois em Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná (na floresta semidecídua da bacia do Paraná).
Se você estiver andando pela mata num dia de alta umidade relativa (leia-se com aquele tempo nublado, de chuva) e sentir um forte cheiro de alho, não se preocupe: você não está sonhando com comida. Esta é a característica mais marcante da pau-d’alho, em qualquer parte da planta.
Frondosa e pioneira, ela pode ser aplicada em reflorestamento de áreas degradadas. Além disso, é usada em construções temporárias, sarrafos e na confecção de caixotaria e embalagens leves.

Como proporciona uma ótima sombra, é comum tanto na arborização rural como no paisagismo de parques e grandes jardins.
Ocorre preferencialmente em terrenos úmidos e de alta fertilidade. Ou seja: quando é avistada num determinado lugar na natureza, pode escrever: a terra local é boa. De crescimento rápido, atinge de três a quatro metros aos dois anos.
Fonte:http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/terra-da-gente/flora/noticia/2015/03/pau-dalho.html































































































































































































































































































































































































































































































































































































































