As mudas do PESET – V


Imbiruçu (Pseudobombax grandiflorum)

Outros nomes: embiruçu, paineira-rosa; paineira-do-cerrado; paineira-lisa; paina-de-arpoador; cedro-de-água; paina-do-campo e paineira-branca

Características : A árvore é uma planta pertencente à família Malvaceae (Cronquist a classifica como Bombacaceae) encontrada na mata atlântica e no cerrado. A árvore atinge um tamanho que varia de 15 a 20 m de altura e pode ser usada em paisagismo. Trata-se de uma planta heliófila, isto é, que exige muita luz para desenvolver e não tolera regiões frias. Suas flores têm coloração branca e destacam-se pelo tamanho, beleza e quantidade de estames (aqueles prolongamentos presentes nas folhas com uns pontinhos pretos nas pontas, onde são produzidos os grãos de pólen). O odor é adocicado e sua intensidade varia de acordo com a abertura da flor.

Floração e Frutificação: A floração ocorre entre os meses de junho a agosto, com a frutificação ocorrendo entre setembro e outubro. Os frutos são do tipo cápsula e, quando se abrem, expõem as pequenas sementes em um emaranhado de fios (paina) de coloração marrom claro.

Utilização do Imbiruçu: A madeira é muito susceptível ao ataque de cupins e é usada apenas na produção de caixotes e como miolo em compensados e portas. Para a indústria de celulose, contudo, a madeira tem boa aceitação.A paina, que envolve as sementes, pode ser usada para preenchimento de colchões, almofadas e travesseiros. É leve e muito agradável ao tato.Um outro aspecto que deve ser considerado é a importância dessa planta para as abelhas, pois, suas flores produzem quantidades apreciáveis de néctar e abrem-se no inverno, época de escassez de flores.

Onde encontrar o Imbiruçu: Encontrada em pequenas matas, em pastagens, beiradas de estradas de várias regiões brasileiras que possuem clima mais quente.

Fonte: https://www.coisasdaroca.com/paisagem/imbirucu.html

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As mudas do PESET – IV


Vinhático(Plathymenia reticulata)
Outros nomes: Amarelinho, acende-candeia, amarelinho, candeia, oiteira, paricazinho.

Características: Árvore de médio a grande porte, 12 a 20 metros de altura, facilmente reconhecida pelo seu tronco, soltando cascas. Como outras, assume um porte diferente dependendo de como cresceu: Se foi no meio da mata, fica alta e esquia, se foi em campo livre, cresce com uma copa aberta e mais baixa. Folhas compostas, paripinadas, folíolos pequenos. Flores brancas, em pequeno cacho. Fruto vagem de tom vermelho/marrom com até 10 sementes, as quais tem 0,5 cm, marrom claro, com invólucro branco que a torna alada.

Utilidades: Trata-se de espécie muito procurada comercialmente pela qualidade da madeira. Pouco usada no paisagismo devido ao seu grande porte. Melífera.

Época de floração e frutificação: Floresce por volta de Novembro. Frutos a partir de Julho até Setembro.

Tipo de Vegetação: Cerrado, Floresta Ciliar ou Galeria, Floresta Estacional Semidecidual, Floresta Ombrófila.

Fonte: https://www.arvores.brasil.nom.br/new/vinhatico/

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As mudas do PESET – III


Grumixama(Eugenia brasiliensis)
Outros nomes: Grumichameira, grumixaba, grumixameira, ibaporoiti, cumbixaba, ibaporoti.

Origem: Brasil

Distribuição geográfica: Mata Atlântica costeira desde o sul da Bahia até Santa Catarina.

Altura média: 5-10m

Características morfológicas: Folha simples, de 6-9cm de comprimento, coloração vinácea quando jovens e verde quando adultas; flores de coloração branca; frutos de 2,5cm em média, variam a coloração entre amarelo, negro e vermelho, arredondados, bastante atraentes à avifauna; polpa espessa, de cor clara e adocicada.

Cultivo: Recomenda-se o cultivo em áreas de sol pleno ou meia-sombra, em solos ricos em matéria orgânica, com capacidade de retenção de umidade.

Período de florescimento e frutificação: A floração ocorre em setembro e outubro, durando uma ou duas semanas. Maturação dos frutos ocorre de novembro a dezembro.

Utilidades econômicas: Frutos comestíveis e agradáveis, utilizados para a produção de geléias, tortas e licores. A árvore tem excepcional valor paisagístico, principalmente quando disposta em grupos. É recomendável seu plantio em reflorestamentos heterogêneos destinados à recomposição de áreas degradadas de preservação permanente, visando proporcionar alimento à avifauna. A madeira é própria para obras de torno, marcenaria comum, carpintaria, para forros e caixotaria.

Propriedades medicinais: É adstringente, aromática, diurética, energizante, revitalizante, anti-inflamatória e antirreumática.

Características interessantes: É listada como espécie em ameaça de extinção no Estado de São Paulo, de acordo com a Resolução SMA 48 – Lista oficial das espécies da flora do Estado de São Paulo ameaçadas de extinção, 21/09/2004.

Fonte: http://museunacional.ufrj.br

As mudas do PESET – II


Pau-viola(Cyntharexyllum myrianthum)
Outros nomes: tarumã, tucaneiro/a, pombeiro, baga-de-tucano e jacareúba.

Características Morfológicas: Esta árvore atinge de 15 e 20 metros de altura. O tronco reto e, às vezes, levemente curvo, tem medidas que variam de 40 e 60 centímetros de diâmetro. Suas folhas, opostas e simples, possuem coloração mais clara na parte de baixo, com nervuras marrom-claras. A copa geralmente é larga e as flores, alvas e pequenas, têm odor adocicado. Já o fruto mede cerca de 1,5 centímetro de comprimento, e varia em tons do alaranjado ao vermelho. A polpa é carnosa e mole, com dois caroços (cada um com duas sementes).

Origem: Brasil.

Ocorrência Natural: Da Bahia até o Rio Grande do Sul, na floresta pluvial atlântica e matas de galeria.

Mas é na natureza que faz a alegria dos pássaros, que a procuram em função de seus frutos. Até suas flores são objeto de visitas de abelhas. Árvore pioneira de rápido crescimento, a pau-viola se adapta bem a terrenos úmidos e brejosos. Em razão disso, é indispensável em plantios mistos destinados à recomposição de áreas ciliares degradadas.

As mudas atingem porte adequado para o plantio seis meses após a semeadura. Propaga-se facilmente por brotação de raízes. Floresce de outubro a dezembro (junto com as novas folhas), e seus frutos amadurecem de janeiro a março. Seu desenvolvimento no campo é considerado rápido (em condições ideais atinge os quatro metros de altura aos dois anos).

As mudas do PESET – I

O Parque Estadual da Serra da Tiririca vem apoiando desde o início o Coletivo Córrego da Tiririca em sua proposta de recompor a vegetação da margem esquerda dos 800 metros finais do córrego.

Vem contribuindo desde o primeiro mutirão com diversas mudas de árvores que são plantadas na margem do córrego pela população. Nesta série vamos trazer um pouco mais de informações sobre as espécies doadas pelo Pset.

Para o primeiro mutirão foram doadas mudas de angico-branco, pau-viola, grumichama, vinhático e pau-d’alho.

Para o segundo mutirão foram doadas mudas de aroeira, araçá amarelo, jacarandá, imbiruçu, timboril, pau-d’alho, angico-branco, pau-viola, grumixama e vinhático.


Angico-branco(Anadenanthera colubrina)
Outros nomes: cambuí-angico, cambuí, moró, brinco-de-saoim

CARACTERÍSTICAS GERAIS: Árvore de até 25 m de altura. Tronco desprovido de espinhos, com casca de coloração pardo-escura e lisa. Folhas recompostas, bipinadas, foliólulos opostos, oblongo-lineares, com nervura principal proeminente, margem levemente cilíndrica. Flores brancas e pequenas, reunidas em panículas no ápice dos ramos.Fruto legume, muito alongado, achatado, com uma ligeira constrição entre as lojas das sementes.

OBSERVAÇÕES ECOLÓGICAS E OCORRÊNCIAS: Espécie decídua, pioneira. Característica da mata secundária de regiões acima de 400 m de altitude. Ocorre desde o Maranhão até a Argentina e Goiás.

USOS POPULARES: Casca de sabor amargo, com propriedades de ser adstringente, depurativa, hemostática, além de ser útil nas doenças sexuais, com ação sobre as fibras do útero. Também é útil nas afecções pulmonares e das vias respiratórias.

Flor: Novembro a janeiro
Fruto: Fevereiro a julho

Fonte: http://www.esalq.usp.br

Encontro com administrador da Região Oceânica


Representantes do “Coletivo Córrego da Tiririca” reuniram-se hoje, com o Sr. Carlos Boechat – administrador da Região Oceânica, na sede dos Bombeiros, para tratar dos seguintes assuntos referentes ao Projeto Córrego da Tiririca (Colibris): (1) Definição dos limites da Av. Boa Vista conforme os planos de urbanização.; (2)Demarcação destes limites se possível com roletes de eucalipto em lugar de marcos de concreto; (3)Fornecimento de folhas e galhos triturados para cobertura da área em recuperação; (4) Avaliar a possibilidade de não usar maquinas pesadas na limpeza do córrego, por causar desmoronamentos da margem e perda da vegetação; (5) Estabelecer uma vereda para passagem de pedestres por toda a margem do córrego até os limites da área alagada e (6) Autorização para fixação de uma placa sobre o projeto.
As sugestões e solicitações foram todas bem aceitas. Vai haver grande empenho para que se consiga algumas destas solicitações ainda antes do Mutirão do dia 7.
Na ocasião o Sr Boechat enviou uma mensagem de áudio para grupo pelo whatspp.