Tietê

Print Friendly, PDF & Email

Tietê (Mário de Andrade)

Era uma vez um rio…
Porém os Borbas-Gatos dos ultra-nacionais esperiamente!

Havia nas manhãs cheias de Sol do entusiasmo
as monções da ambição…
E as gigânteas!
As embarcações singravam rumo do abismal Descaminho…

Arroubos… Lutas… Setas… Cantigas… Povoar!…
Ritmos de Brecheret!… E a santificação da morte!…
Foram-se os ouros!… E o hoje das turmalinas!…

– Nadador! vamos partir pela via dum Mato-Grosso?
– Io! Mai!… (Mais dez braçadas.
Quina Migone. Hat Stores. Meia de seda.)
Vado a pranzare com la Ruth.

Publicações relacionadas

Aqui onde se espera Aqui onde se espera (Fernando Pessoa) Aqui onde se espera - Sossego, só sos...
Ser Poeta Ser Poeta (Florbela Espanca) Do Livro Charneca em...
Acho tão Natural que não se Pe... Acho tão Natural que não se Pense (Alberto Caeiro) ...
Poética Poética (Federico Garcia Lorca) (Lo...

Deixe uma resposta