O nascido depois

Print Friendly, PDF & Email

O nascido depois (Bertold Brecht)

Tradução de Paulo César de Souza

Eu confesso: eu
Não tenho esperança.
Os cegos falam de uma saída. Eu
Vejo.
Após os erros terem sido usados
Como última companhia, à nossa frente
Senta-se o Nada.

Publicações relacionadas

Como árvores Como árvores (Mario Benedetti) Do livro "Inve...
Te quero Te quero (Mario Benedetti) Tradução Tuas mãos são minhas carícias meus a...
Vestida de preto Vestida de preto (Mário de Andrade) Tanto andam agora preocupados em definir ...
Nox Nox (Antero de Quental) de Sonet...

Deixe uma resposta