O Último poema

Print Friendly, PDF & Email

O Último poema (Manuel Bandeira)

Assim eu quereria o meu último poema
Que fôsse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais
Que fôsse ardente como um soluço sem lágrimas
Que tivesse a beleza das flôres quase sem perfume
A pureza da chama em que se consomem os diamantes mais límpidos
A paixão dos suicidas que se matam sem explicação

Publicações relacionadas

Minha terra tem palmares Minha terra tem palmares (Oswald de Andrade) Minha terra tem palmares Onde g...
A velha izerguil A velha izerguil (Máximo Gorki) Ouvi estes relatos perto de Akkerman, na Bess...
El limonero El limonero (Antonio Machado) El limonero lánguido suspende una pálida rama...
Exausto Exausto (Adélia Prado) Eu quero uma licença de dormir, perdão pra descansa...

Deixe uma resposta