O Último poema

Print Friendly, PDF & Email

O Último poema (Manuel Bandeira)

Assim eu quereria o meu último poema
Que fôsse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais
Que fôsse ardente como um soluço sem lágrimas
Que tivesse a beleza das flôres quase sem perfume
A pureza da chama em que se consomem os diamantes mais límpidos
A paixão dos suicidas que se matam sem explicação

Publicações relacionadas

Filhos Filhos (Ferreira Gullar) Daqui escutei quando eles chegaram rindo e cor...
Lento mas vem Lento mas vem (Mario Benedetti) Do livro "Pe...
Elegia Elegia (Nicolás Guillén) De "El ...
Bem no Fundo Bem no Fundo (Paulo Leminski) No fundo, no fundo, bem lá no fundo, a gent...

Deixe uma resposta