Qualquer pano, quando está sujo

Print Friendly, PDF & Email

Qualquer pano, quando está sujo (Bertold Brecht)

Qualquer pano, quando está sujo
Fica branco, quando é lavada.
Mas olhando-o contra o sol
Vê-se logo que está manchado.

Publicações relacionadas

Quero quero Quero quero (Manuel Bandeira) Quero a solidão dos píncaros A água da fonte e...
Cotovia Cotovia (Manuel Bandeira) — Alô, cotovia! Aonde voaste, Por onde an...
Poeta à moda antiga Poeta à moda antiga (Thiago de Mello Por Miguel Sanches Neto Consagrado, p...
Pálida à Luz Pálida à Luz (Álvares de Azevedo) Pálida à luz da lâmpada sombria, Sobre o lei...

Deixe uma resposta