Pouco a Pouco

Print Friendly, PDF & Email

Pouco a Pouco (Alberto Caeiro)

Pouco a pouco o campo se alarga e se doura.
A manhã extravia-se pelos irregulares da planície.
Sou alheio ao espetáculo que vejo: vejo-o,
É exterior a mim. Nenhum sentimento me liga a ele.
E é esse sentimento que me liga à manhã que aparece.

Publicações relacionadas

Queixas da sua mesma verdade Queixas da sua mesma verdade (Gregório de Matos) Quer-me mal esta cidade........
Orfandade Orfandade (Adélia Prado) Meu Deus, me dá cinco anos. Me dá um pé de fedego...
Epístola sobre o suicídio Epístola sobre o suicídio (Bertold Brecht) ...
Uma Gargalhada Uma Gargalhada (Alberto Caeiro) Uma Gargalhada de rapariga soa do ar da es...

Deixe uma resposta