Nunca Sei

Print Friendly, PDF & Email

Nunca Sei (Alberto Caeiro)

Nunca sei como é que se pode achar um poente triste.
Só se é por um poente não ter uma madrugada.
Mas se ele é um poente, como é que ele havia de ser uma madrugada?

Publicações relacionadas

Azul sobre amarelo, maravilha ... Azul sobre amarelo, maravilha e roxo (Adélia Prado) Desejo, como quem sente f...
Canção Canção (Fernando Pessoa) Silfos ou gnomos tocam?... Roçam nos pinheirais ...
O Capoeira O Capoeira (Oswald de Andrade) Qué apanhá sordado? O quê? Qué apanhá? Pe...
O Condenado O Condenado (Augusto dos Anjos) Folga a justiça e ...

Deixe uma resposta