Angico-branco

Anadenanthera colubrina

Nome popular: Angico
Nome científico: Anadenanthera colubrina
Exigência por fertilidade: baixa-média
Ciclo de vida: perene
Estrato: emergente
Boa produtora de biomassa: sim
Alimento humano: não
Atração de fauna e polinizadores: sim
Forrageira: sim
Potencial madeireiro: sim
Potencial Medicinal: sim
Potencial de renda e mercado: sim
Ocorrência predominante/ bioma indicado: Cerrado/Caatinga

Arbustos eretos ou árvores. Ramos aculeaods, acúleos retos a incurvos não confluentes. Nectário extrafloral 1, elevado côncavo, séssil, inserido na região inferior ou mediana do pecíolo. Folhas com 7-19 pares de pinas; foliólulos 10-35 pares por pina, lanceolado a elíptico, falcado, 3–12 + 1–5 mm, pubescentes, ápice agudo-acuminado a obtuso-acuminado, base obtusa; venação reticulado-laxa. Inflorescência capitada, fasciculada, em panícula. Flores sésseis , com ca. 4 mm; ovário viloso. Legume reto, cartáceo, epicarpo proeminentemente reticulado. Semente orbicular, pleurograma mediano ou apical-basal.1

Senegalia polyphylla


Nomes populares (entre outros): angico-branco (em Minas Gerais e São Paulo), angiquinho, espinheiro (no Amazonas e Bahia), espinheiro-preto (em São Paulo e Acre), guarucaia (em São Paulo), monjoleiro (em Minas Gerais, Paraná e São Paulo), paricá-branco (no Pará) e paricá-rana (também no Pará).2




Ver também: Angico-branco


EXEMPLAR PLANTADO NO CÓRREGO:
Foto em


Fontes:
http://www.arvoresdobiomacerrado.com.br/
1http://reflora.jbrj.gov.br
2https://pt.wikipedia.org


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