Calêndula

Calendula officinalis


Nome popular: Calêndula
Nome científico: Calendula officinalis L
Exigência por fertilidade:
Ciclo de vida:
Estrato:
Boa produtora de biomassa:
Alimento humano:
Atração de fauna e polinizadores:
Forrageira:
Potencial madeireiro:
Potencial Medicinal:
Potencial de renda e mercado:
Ocorrência predominante/ bioma indicado:


Nome científico: Calendula officinalis L.
Família: Compositae
Nomes populares: Malmequer, maravilha-dos-jardins, maravilha, bonina.
Sinonímia: Calendula aurantiaca Kotschy ex Boiss.
Partes usadas: Flor, folha, caule.
Constituintes (princípios ativos, nutrientes, etc.)
: Calendulina, ácidos (málico, salicílico), mucilagem, resinas, óleo essencial, carotenoides, flavonoides, taninos, saponinas, cumarinas, colesterina, silício, alantoína, pró-vitamina B.
Propriedade terapêutica: Emenagoga, anti-inflamatória, antiemética, antisséptica local, cicatrizante, antifúngica, antialérgica, analgésica, vasodilatadora e tonificante da pele.
Indicação terapêutica: Tratamento da acne, queimaduras, alergias, picada de abelhas, vespas e mosquitos. É muito usada em produtos cosméticos e no combate ao tabagismo.
Nome em outros idiomas: Inglês: flower-heads of Marigold; Espanhol: calêndula, flamenquilla; Italiano: capolini di calendula.
Descrição: Planta herbácea anual, de 30 a 50 cm de altura, caule ereto, ramoso e pubescente. Apresenta folhas simples, grossas, inteiras, pilosas quando jovens e lisas quando adultas. As folhas apresentam bordos lisos ou levemente dentados, as inferiores são oblongas e as superiores, espatuladas, de cor verde-clara ou verde-oliva quando novas; são alternas e sésseis quando jovens e pecioladas quando adultas.
As flores estão reunidas em capítulos: as centrais são hermafroditas e masculinas e as periféricas, femininas, que produzem os frutos (sementes).
As inflorescências podem alcançar até 5 cm de diâmetro, podendo ser simples ou duplas, de coloração que varia do amarelo ao alaranjado; possuem odor forte e característico.
Os frutos (sementes) são do tipo aquênio indeiscente, curvados em arco (os exteriores) ou arredondados (os interiores). A raiz é fasciculada, amarelo-clara.
É planta rústica, pouco exigente em solo, mas desenvolve-se bem em solos profundos, drenados e com bom teor de matéria orgânica. Prefere clima temperado frio, não tolerando temperaturas elevadas. É exigente quanto a insolação.
A colheita pode ser feita 3 a 4 meses após o plantio, depois da plena abertura dos capítulos. Quando as flores se destinam à armazenagem, devem ser bem secas à sombra ou em estufas à temperatura de até 35º C durante um período de aproximadamente 48 h.
Uso popular e medicinal:
Em uso interno, possui ação emenagoga (facilita a menstruação), anti-inflamatória e antiemética. Em uso externo é antisséptica local, cicatrizante, antifúngica, antialérgica, analgésica, vasodilatadora e tonificante da pele.
Considerada eficaz no tratamento da acne, queimaduras, alergias, picada de abelhas, vespas e mosquitos. É muito usada em produtos cosméticos e no combate ao tabagismo.
Preparo e dosagem:
Chá por infusão (uso interno). Usam-se 5 colheres (sopa) de flores frescas picadas ou 2 colheres (sopa) de flores secas para 1 litro de água. Toma-se uma xícara de chá morno 3 vezes ao dia.
Chá por infusão (uso externo). Usam-se 10 colheres (sopa) de flores frescas ou 4 a 6 colheres (sopa) de flores secas para 1 litro de água. Aplica-se sobre o local afetado na forma de compressas e/ou banhos 3 vezes ao dia.
Combate ao tabagismo. Para deixar de fumar, usa-se essa infusão sob a forma de bochechos 3 vezes ao dia. Em poucos dias o tabaco adquire gosto desagradável.
Cataplasma. Amassam-se flores e folhas frescas, bem limpas, aplicando-as sobre as partes afetadas 3 vezes ao dia até a obtenção da cura.
Pomada. Aplica-se a pomada sobre o local afetado em camada fina 3 vezes ao dia. Ingredientes: 10 colheres (sopa) de vaselina sólida; 5 colheres (sopa) de flores de calêndula; 2 colheres (sopa) de cera de abelha. Modo de preparar: após lavar, secar e picar, a planta deve ser socada. Juntar a vaselina e fritar em fogo baixo, mexendo com colher de pau até a planta mudar de cor. Tirar do fogo e colocar a cera de abelha. Coar, continuar mexendo até a mistura esfriar e adquirir consistência de pomada. Conservar em geladeira, em recipiente limpo, seco, bem fechado e devidamente identificado1.



EXEMPLAR PLANTADO NO CÓRREGO:
Foto em


Fontes:
1https://www.ppmac.org


Print Friendly, PDF & Email

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *